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DICAS ANIMAIS

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quarta-feira, 5 de junho de 2013

Como cortar as unhas



É importante começar a cortar as unhas do seu cão desde cedo, para que ele se acostume a ser manuseado e a ficar quieto na hora de cortá-las. Portanto, aconselho você fingir que está cortando as unhas do seu cachorro quando ele tiver de 2 meses em diante, assim ele já vai se acostumando com a ideia.

Cães que vivem em apartamento normalmente precisam cortar as unhas mais vezes do que cães que passam boa parte do dia no quintal. Isso porque o cimento vai lixando naturalmente as unhas dos cães, sendo dispensável o corte com o alicate.

Bem, se você precisa cortar as unhas do seu cão e não quer depender do petshop ou do veterinário pra fazer isso, vamos dar as dicas que você precisa para as unhas do seu cachorro não sangrarem. Lembrando que se você cortar a veia que fica por dentro da unha, seu cão vai sentir muita dor e vai sangrar bastante. Por isso, todo cuidado é pouco.

Cortar as unhas é fundamental porque evita que as unhas do cão fiquem presas em pisos, tapetes e carpetes, o que pode gerar encravamento, sangramento e até a remoção da unha presa, gerando forte dor. Além disso, quando a unha cresce demais e começa a envergar, além de doer, isso prejudica a postura do cão, que passa a andar com dor e de maneira a tentar evitar que as unhas encostem no chão.

Vamos ao trabalho!

Primeiro você vai precisar de:
- petiscos
- alicate para unhas de cães
- lixa
- pó hemostático (para estancar o sangue) ou amido de milho



1. Aproveite um momento em que seu cão esteja calmo e tranquilo, depois de uma soneca, por exemplo. Assim ele ficará menos reativo.

2. Não brigue com ele enquanto corta as unhas, pois ele precisa associar esse momento com algo positivo.

3. Quando ele estiver calmo, dê petiscos a ele. Cada vez que você cortar uma ou duas unhas e ele demonstrar calma e tranquilidade, continue parabenizando com uma voz suave, palavras carinhosas e petiscos.

4. Corte a pontinha da unha, tomando cuidado pra não chegar no sabugo/veia. Unhas pretas são mais difíceis de visualizar o sabugo, portanto, CUIDADO REDOBRADO. Corte somente a pontinha mesmo.

5. Se ficar descamando, pegue a lixa e iguale a unha.

6. Se sangrar, coloque o pó hemostático ou amido de milho no local até parar o sangramento.

7. Quando acabar, recompense seu cão, com bastante carinho e elogios.



Ângulo certinho que a unha deve ser cortada.


Assista o vídeo :



Fonte: www.tudosobrecachorros.com.br

Como saber se o cachorro está com dor de dente



Se seu cão estivesse com dor de dente, você saberia? Se a gengiva estiver enfraquecida e dolorida, você percebe? Provavelmente não. Saiba reconhecer os primeiros sinais de problemas dentários em cães e veja dicas sobre o que fazer para ajudar a manter em forma os dentes do seu amigo de quatro patas.





1. Entenda a boca do seu cão

Assim como as pessoas, os cães podem quebrar ou fraturar os dentes. E assim como nós, eles também podem sofrer da gengiva. Os cães têm cinco vezes mais chances de desenvolver problemas nas gengivas do que os humanos, por várias razões. Primeiro, os cães têm uma boca alcalina, o que ajuda na formação de placas. Segundo, diferente dos humanos, os cães não costumam escovar os dentes diariamente.

“A placa é feita de saliva, detritos de alimentos, células mortas da mucosa da boca, bactérias orais e seus subprodutos,” diz Colleen O’Morrow, DVM, membro da Academia de Odontologia Veterinária e dentista veterinário que atende Manitoba, Canada. “Como a placa engrossa pelo fato de não ser escovada diariamente, as bactérias se multiplicam.”

terça-feira, 4 de dezembro de 2012

Otite Canina – Dor de ouvido


A otite é um processo inflamatório que envolve a porção externa do ouvido, sendo uma das doenças mais frequentes na clínica de pequenos animais e apresentando características peculiares: dificuldade na prevenção, no tratamento e na eliminação das causas que levam a reincidências.Embora algumas raças de gatos tenham predisposição à otite, sua incidência é muito mais comum em cães, uma vez que a anatomia do ouvido dos gatos é, comparativamente, menos favorável às infecções.

A maioria das raças de cães apresenta um canal auditivo bastante longo, quando comparado ao ouvido humano, o que as predispõe a infecções e dificulta o tratamento.

Cães com orelhas longas e pendulares, como os das raças Cocker Spaniel, Golden Retriever e Basset Hound, são mais predispostos a problemas de ouvidos do que outros cães, pois as orelhas pendulares obstruem a entrada de ar e a secagem adequada do canal auditivo. O resultado é um ambiente quente, úmido e escuro; com perfeitas condições de crescimento de microrganismos, como leveduras, fungos e bactérias.

As inflamações de ouvido podem ser causadas por vários fatores: parasitas, microrganismos, corpos estranhos, tumores e doenças de pele. Os ácaros causadores de sarna de ouvido estão mais relacionados a otites felinas. Já as bactérias e fungos, apresentam-se como os principais agentes causadores das otites caninas e também das felinas.

Sintomas e diagnóstico

Os sintomas mais comuns da otite são agitação da cabeça, coceira, esfrega das orelhas contra o chão, dor ao redor das orelhas e cabeça, mau cheiro, secreções e perda de audição, geralmente relatada pelo proprietário.

O diagnóstico dessa doença deve levar em conta vários fatores, que muitas vezes convergem para um tratamento de longa duração, e pode se dar através de exame físico, otoscopia ou exames laboratoriais (citologia, cultura e antibiograma).

Assim como acontece com os seres humanos, o uso descontrolado e indevido de antibióticos contribui para o surgimento de bactérias cada vez mais resistentes às medicações; daí a importância de se fazer um diagnóstico preciso da doença.

Se a gripe mal curada leva a complicações, a otite tratada de forma inadequada também. Otites crônicas e médias estão relacionadas a otites externas mal curadas, em que a doença reincide, o tempo de tratamento se prolonga e a necessidade de intervenção medicamentosa se torna mais frequente.

Como tratar

O tratamento das otites está associado ao uso de medicação tópica e à limpeza dos ouvidos. Em alguns casos há a necessidade de se associar à medicação tópica, antibióticos e/ou anti-inflamatórios. O remédio quem vai definir é o veterinário, por isso não medique seu cão sem orientação.

É importante lembrar que o sucesso terapêutico da medicação tópica depende do proprietário respeitar a forma de tratamento indicada, a maneira correta de executá-la, os intervalos de medicação e o tempo de duração. Muitas vezes essa parte, que deveria ser a mais simples do processo, torna-se justamente o entrave do sucesso do tratamento.

Não é possível prevenir completamente o surgimento de otites, mas a limpeza rotineira dos ouvidos pode ajudar bastante, principalmente nos casos de animais que já possuam esta predisposição.


Fonte: www.tudosobrecachorros.com.br

Medo de trovão

Fogos em dia de futebol, trovões numa tempestade… Entenda porque tantos cães tem medo de estrondos.

Não raro, cães entram em desespero ao ouvir explosões. Babam, tremem e, muitas vezes, tentam entrar em locais pequenos demais para eles ou se jogar pela janela. O estresse pode ser tanto que, no dia seguinte, ficam doentes ou se machucam seriamente. Mas, por que ficam tão apavorados?

Instinto de preservação

Barulhos altos podem significar perigo. Por isso, de maneira geral, os animais tentam fugir de tais sons. Estrondos passam a idéia de que algo grande e poderoso se aproxima, como árvores caindo, relâmpagos, etc. Os antepassados dos cães que mais fugiram desses sons foram os que mais tiveram chances de sobreviver.

Até mesmo dentro de nossas casas um barulho alto pode significar perigo. Imagine um móvel inteiro caindo perto do cão. É de se esperar que ele saia correndo para não se ferir.

Não é dor no ouvido

Muitas pessoas alegam que seus cães têm a audição muito sensível e que, por isso, sons fortes como de fogos e trovões são capazes de causar dor no sistema auditivo. Tá certo que um estampido extremamente forte, em contato direto com o ouvido do cão, possa realmente ter esse efeito, mas é raro isso acontecer.

Apesar de os cães terem ótima audição, não é por dor que ficam assustados. A verdadeira causa é a associação que fazem de perigo com determinado barulho.

Trauma

Sempre que se assusta demais, o cão pode desenvolver trauma. Se um barulho muito forte o apavorar, outros ruídos semelhantes passarão a causar medo enorme, simplesmente por estarem associados ao grande susto inicial. É o que acontece quando um cão começa a tremer e a ficar ansioso com trovões fracos, bem distantes. Há casos em que a umidade do ar, o vento e a mudança da luminosidade são associados com o perigo de barulhos altos. Ou seja, antes mesmo de a tempestade se formar, o cão já pode estar sofrendo.

Cura difícil

Infelizmente, não é fácil resolver esse problema. Mas existem várias dicas para amenizá-lo. Casos de recuperação total acontecem. Não desanime, portanto. Almeje o tratamento e evite submeter o cão a mais sofrimento que o necessário. Proceda com calma e consideração.

Local de confiança e protegido

Muitos cães normalmente escolhem um lugar para se abrigarem quando estão com medo. Se esse for o caso do seu cão, procure respeitar o local escolhido por ele – permita que fique lá. Além disso, se possível, crie um espaço com janelas e portas vedadas – quanto mais a prova de som, melhor -, e acostume o cão a freqüentá-lo.

Se você escolheu o seu quarto, ótimo! Usar um ambiente associado com a sua pessoa vai ajudar bastante a deixar o cão mais seguro. Dentro desse lugar, habitue-o a ouvir sons altos, bem altos, como de TV, rádio ou mesmo um CD de música. Desse modo, quando houver barulho de fogos ou trovões você poderá encobri-los, mesmo que parcialmente. Acostume o cão a brincar e a se divertir naquele ambiente também sem haver trovões ou rojões, para o local não ser associado a barulhos assustadores.

Acostumar aos poucos

Sempre que você e o cão ouvirem um barulho semelhante ao que causa medo nele, comemore com ele – dê petisco, jogue bola, etc. Tenha cuidado para nunca demonstrar que você se assustou com um barulho. O seu papel é ser fonte de segurança – esse exercício só funcionará se o cão se sentir relativamente seguro. Por isso, não se agache para protegê-lo quando houver um estrondo. Para ele, o ato de agachar pode ser sinal de medo.

Um modo seguro de acostumar o cão com barulhos cada vez mais altos é gravar sons de tempestade e de fogos e reproduzi-los em momentos agradáveis. Para ele não ficar assustado, respeite sempre os limites.

Evite novos traumas

Todo o treino pode ir por água abaixo se novos traumas surgirem em decorrência dos ruídos. Considere, portanto, a possibilidade de, no dia de uma grande partida de futebol, na virada de ano novo ou quando mais for necessário, lançar mão de ansiolíticos (medicação tranquilizante). Consulte seu veterinário sobre isso. Antes de usar o remédio diante de estímulos muito estressantes para o cão, teste o remédio. Há possibilidade de o cão ficar ansioso em vez de calmo. Procure também observar se a dose está adequada. Em excesso, o remédio pode deixar o cão desequilibrado ou sonolento demais. Nesse último caso, ele deverá ficar confinado num espaço seguro e protegido de qualquer perigo, já que perambular pela casa causaria risco de bater em algo ou cair da varanda, por exemplo



Fonte: www.tudosobrecachorros.com.br

quarta-feira, 10 de outubro de 2012

Alimentação das cadelas durante a gestação


Quando se pensa em acasalar uma cadela, um fator muito importante deve ser levado em consideração: a alimentação, já que das boas condições físicas da mãe dependerá o nascimento de uma ninhada forte e saudável. Os cuidados alimentares devem ter início antes mesmo do acasalamento e prosseguirem, pelo menos, até o desmame dos filhotes, pois a cadela precisará de muita energia durante a amamentação.

A fêmea não deve estar gorda quando cruzar e não pode receber gorduras na alimentação. A obesidade em uma cadela grávida pode ter conseqüências sérias. Por exemplo, no caso de haver necessidade de um parto por cesariana, a gordura atrapalha muito.

A cadela em gestação tem necessidade de muitas proteínas e uma complementação alimentar de cálcio e sais minerais. As proteínas podem ser encontradas nos próprios alimentos como a carne, o leite, verduras ou ração. No entanto, o cálcio e os sais minerais como ferro, cobre, flúor, manganês e outros, só devem ser ministrados com orientação do veterinário. O proprietário deve estar sempre atento para que a cadela tenha água limpa e fresca à vontade.

Com o passar do tempo, os filhotes começam a crescer no útero da mãe. Este se distende e passa a ocupar um espaço maior. Isso faz com que o útero acabe por deslocar outros órgãos como a bexiga, o intestino e o estômago, provocando uma diminuição do movimento intestinal. Nesse período da gestação é importante evitar que a cadela receba alimentos que possam aumentar a fermentação em seu organismo. Assim, os farináceos devem ser totalmente evitados, pois propiciam a formação de gases e, como conseqüência, aparecem as cólicas intestinais.

Um cuidado para evitar problemas digestivos é oferecer à cadela um maior número de refeições por dia, com quantidades menores de alimento de cada vez. Exercícios moderados até a época do parto também ajudam a manter a forma e a disposição da futura mamãe.

A alimentação indicada, rica em proteínas, deve inclusive ser mantida depois do nascimento dos filhotes já que, durante a amamentação, as exigências alimentares da cadela continuarão.

Se dermos condições ideais de alimentação à cadela, desde o cruzamento até o desmame, teremos filhotes bem formados, fortes e saudáveis e, principalmente, uma mãe sem deficiências, que não terá corrido riscos desnecessários e trará, ainda, muitas alegrias a seus donos.




Fonte: www.saudeanimal.com.br

Melhore o Comportamento do seu Cão


Mostre a seu cão que ele só terá recompensas (biscoitos caninos, por exemplo) se tiver um bom comportamento.

Os cães costumam fazer suas necessidades após as refeições, portanto leve-os para passear ou prenda-os no local adequado para que eles se acostumem.

Para evitar que seu cãozinho mastigue as plantas, borrife água com cravo e canela.

Coloque um peso sobre a tampa do lixeiro, evitando que seu animal o derrube.

Em caso de desobediência, fale num tom grave.

Um jeito eficaz de fazê-lo obedecer é ter a mão um borrifador de água ou um recipiente com moedas: quando ele se comportar mal, borrife água a distancia ou faça barulho com as moedas.

Quando ele fizer algo certo dê um biscoito ou escove seus pêlos



Fonte: www.blogers.com.br.

sexta-feira, 10 de agosto de 2012

Como em qualquer problema de comportamento, leve seu cão para fazer uma consulta antes de qualquer correção. Se houver uma causa física para o problem

Não podemos nem imaginar como o mundo cheira para um cachorro. O faro dele é um instrumento fino e delicado, se comparado ao seu nariz. Então, faz sentido que façam a marcação territorial urinando nos lugares e objetos para mostrar quem manda. Essa é uma parte importante da comunicação canina. As mensagens químicas na urina do cachorro dizem aos outros cachorros quase tudo que precisam saber: onde o cachorro que marcou vive, quanto tempo faz que passou por ali e, no caso das fêmeas, se estão receptivas sexualmente. Um cão que fica nervoso quando está sozinho em casa pode marcar os móveis e paredes para reassegurar a si mesmo que está tudo bem. A marcação territorial também pode ser uma maneira de afirmar dominância: esse é o motivo pelo qual alguns cães erguem a perna em outros cachorros ou nas pessoas.

A marcação territorial é um comportamento normal, natural e instintivo nos cães. A idéia é fazer com que seu cão saiba que a marcação só pode ser feita em locais e horários específicos, nunca no seu tapete, no box do banheiro ou na sua colcha. Mais uma vez, a relação de dominância com o cão faz toda a diferença. Pratique o adestramento de obediência de maneira humana e positiva e sempre repasse os comandos. Isso não só clarifica a sua dominância como distrai um cão que fica entediado, sozinho e ansioso durante o dia. Faça-o trabalhar pela comida, pelos brinquedos, pelas brincadeiras e pelo carinho. Se quer alguma coisa, faça-o responder a um ou dois comandos antes e, só então, ganhar o que quer.

Sempre passe pelas portas antes dele e não o deixe pular em você ou subir nos móveis, especialmente na sua cama. Na sociedade canina, você só pula ou deita perto de animais de nível hierárquico igual ou subordinado. A castração, especialmente antes de um ano de idade, é outro bom preventivo. O cachorro continua protegendo a família e a casa, mas sem aquele desejo de reforçar seu território reprodutivo, ditado pelos hormônios.

A marcação por ansiedade de separação é outro problema. A melhor coisa a fazer aqui é acostumar seu cachorro gradativamente a ficar sozinho em casa. Comece com algo simples, como deixá-lo sozinho em um quarto por um ou dois minutos e depois retornar. Então, saia de casa, voltando após alguns minutos. Cada vez que praticar fique longe por um tempo um pouco maior. Quando o cachorro aprender que você vai voltar, vai se sentir mais confortável sozinho. Prendê-lo em uma caixa de transporte também pode dar uma sensação maior de segurança.

Para evitar que ele urine nos móveis, prenda um pedaço de papel alumínio na área onde ele gosta de urinar. Na próxima vez que ele tentar, o papel alumínio vai fazer um barulho e a urina pode espirrar nele de volta.

E por último, não confunda marcação territorial com um problema de falta de adestramento. Uma poça enorme de urina no meio da sala ou perto da porta não é uma forma de dominância, mas sim um sinal de que seu cachorro precisa sair quando você está fora de casa!

Como em qualquer problema de comportamento, leve seu cão para fazer uma consulta antes de qualquer correção. Se houver uma causa física para o problema, nenhum treinamento ou correção vai surtir efeito.



Fonte: http://amomeucao.blogspot.com.br

quinta-feira, 9 de agosto de 2012

Como fazer um cachorro parar de puxar a guia

Tente este experimento simples: com o cachorro calmamente parado a sua frente, gentilmente empurre-o para trás pelo peito ou pela frente de seu pescoço. O que acontece? A maioria dos cães vai se inclinar sob pressão. Esta resposta natural se tornou uma ciência em cães de trenó como o husky siberiano e em raças que também eram usadas como animais de carga, como o Terra Nova. Você não tem a menor chance de controlar um desses cães nascidos para puxar.

Todos já vimos até mesmo cães minúsculos esticando a ponta de uma guia, corpo perto do chão, língua estendida, respiração alta e ofegante. É o mesmo instinto em ação. O truque é ensinar seu cachorro a andar direito na guia desde muito cedo. Não espere que ande com perfeição, mas ele deve pelo menos conseguir ficar sem puxar e parar, andar e mudar de direção acompanhando você. Se você usa um enforcador (não pense nele como uma coleira de sufocação, não é assim que ele deve ser usado), toda vez que o cachorro começar a puxar dê um tapinha nele, afrouxe o enforcador e diga "Calma" ou "Devagar" (escolha uma palavra e só use essa). Quando ele parar de puxar, mostre como você está satisfeito.

Outra alternativa é usar uma coleira de cabeça, que parece um cabresto de cavalos. A coleira dá uma volta no focinho e atrás das orelhas, com a guia presa embaixo do queixo. Como você controla a cabeça com essa coleira, o resto do corpo não tem escolha senão obedecer. Ao invés de bater na ponta da guia, sentindo a pressão no pescoço e instintivamente puxando cada vez mais forte, o cachorro com uma coleira de cabeça acaba com o nariz virado para cima, apontando para você, diminuindo a velocidade imediatamente. Uma guia retrátil também pode ajudar a controlar esse instinto, pois ela aumenta e diminui de acordo com os movimentos do cachorro, de maneira que ele não tem contra o que puxar. O freio permite que você controle por onde o cachorro anda.

Se o seu cachorro é um puxador de trenó ou um cão de carga, não adianta lutar contra seus instintos. Ao invés disso, coloque um arreio e faça-o trabalhar para você. Ele pode puxar você em um skate ou ski ou ensine-o a puxar um trenó ou uma pequena carroça. O cachorro entrará em forma, poderá puxar a vontade e você ainda encontra uma nova maneira de rebocar as coisas.

Esse tipo de comportamento geralmente não requer a atenção do veterinário.

quinta-feira, 24 de novembro de 2011

Por que alguns cães odeiam ficar sozinhos

Saiba quais motivos podem levar o cão a se desesperar ou a ficar deprimido cada vez que os donos saem

O seu cão odeia ficar sozinho? Ele não é o único. Existe até um nome específico para esse problema: ansiedade de separação.

Desespero

Uma das manifestações do problema é facilmente percebida. O cão late sem parar, chora, arranha ou morde a porta, baba, se lambe ou se morde. Há ainda reflexos como aceleração dos batimentos cardíacos e aumento de cortisol, hormônio relacionado com o estresse.

Depressão

Outra possível consequência da ansiedade de separação é o estado depressivo. Nada motiva o cão enquanto ele está sozinho. Não bebe água, não come, ignora diversos estímulos que o motivariam se estivesse com os donos. Por um lado, esses comportamentos incomodam menos e chamam menos a atenção que o desespero, mas, por outro, o animal pode estar sofrendo física e psicologicamente, o que produz alta taxa de hormônio do estresse e aumenta o risco de contrair problemas de pele, câncer e outras doenças.

Causa

Quando lobos e cães selvagens estão em grupo, têm maior chance de sucesso nas caçadas e de sobreviver. Para eles, portanto, estar sempre em grupo é uma questão estratégica. Essa programação genética é herdada também pelos cães, inclusive por aqueles que vivem no aconchego de um lar humano. E essa tendência natural pode ser amenizada ou piorada, dependendo das nossas atitudes.

Não estimular

A maioria dos cães tem de ficar sozinha em um ou outro momento. Entre as iniciativas que podem evitar a ansiedade de separação, uma é não supervalorizar as saídas e as voltas ao lar. Nunca saia de casa se desculpando para o cão, preocupado ou ansioso demais. Nem chegue fazendo muita festa. Ao contrário, nesses momentos mantenha-se relaxado e evite retribuir a festa. Não é fácil, mas vale a pena: o cão será diretamente beneficiado.

Onde deixar

Se o cão tem acesso aos quartos e à sala de TV na sua presença, não restrinja a permanência nesses espaços quando ele estiver sozinho. Ficar exatamente onde você costuma ficar faz o cão se sentir melhor. Mais ainda se naquele lugar vocês costumam interagir e permanecer juntos por bastante tempo. Dormir no seu sofá preferido ou sobre o seu travesseiro são ótimas maneiras de diminuir a ansiedade do cão.

Se isso não for possível, adote outra estratégia. Procure fazer da caminha dele o "centro da matilha". Deixe nela o seu cheiro e permaneça mais tempo perto dela, com ele. Assim, o cão não se sentirá tão excluído quando for preciso deixá-lo sozinho.

Seu cão não é sua sombra

O cão que nos segue o tempo todo dentro de casa costuma sofrer mais quando fica sozinho - a ruptura se torna radical se, o tempo todo, ele nos vê, ouve e cheira.

Para diminuir o excesso de proximidade, a solução é ensinar o comando “fica” e pô-lo em prática algumas vezes por dia. Comande “fica” quando você for para a cozinha, por exemplo. Dessa forma, além de o cão se acostumar com as suas ausências temporárias, perceberá que você volta sem ele precisar latir ou arranhar a porta.

Evitar traumas

Podemos dizer que os cães têm medo de ficar sozinhos e que, se ocorrer algo assustador ou muito desagradável durante a ausência dos donos, esse medo tende a aumentar. Por isso, se você souber que haverá estouro de fogos, uma tempestade ou algum outro evento que possa ser assustador, não saia de casa se for possível. Ou, então, dê um remédio para acalmar o cão e ele não sofrer muito nem se traumatizar. Avalie qual é o melhor medicamento para esses casos com um médico-veterinário e procure testar o medicamento algumas vezes antes de sair de casa.

Caça a petiscos

Esconder petiscos pela casa para serem encontrados pelo cão durante a ausência dos donos ajuda a entretê-lo, a relacionar solidão com comportamentos prazerosos e a torná-lo menos ansioso. Normalmente, para aumentar o interesse do cão, é preciso estimular o apetite dele. Se ele estiver um pouco ou muito acima do peso correto, situação bastante comum, bastará deixá-lo com o peso adequado para o apetite aumentar bastante.

quarta-feira, 23 de novembro de 2011

Como acabar com a coceira do pet

Conheça os motivos que causam este incômodo nos animais e aprenda como tratar seu bicho de estimação

Seu amigo, sempre tão feliz, parece estar incomodado com alguma coisa. E, de repente, começa o coça-coça. Preste atenção! Essa atitude, aparentemente inofensiva, pode significar um problema. Andréia Lordelo, veterinária do Pet Center Marginal, em São Paulo, conta quais são as principais pragas que atacam cães e gatos e ensina a melhor maneira de preveni-las - além de dar dicas de como se livrar da doença.


Não confunda cão com gato!

Por causa do preço, muita gente compra antipulgas para cães e aplica em vários gatos, já que a bisnaga traz uma quantidade maior do produto. Bichanos, porém, não são cachorros pequenos. ''Apesar de a medicação levar em consideração o peso do animal, cães e gatos têm organismos bem diferentes'', alerta a veterinária do Pet Center Marginal.
Descubra o que faz seu pet se coçar

Carrapato

Transmite erlichiose, doença que deixa o animal com anemia.

Como evitar:

Ao levar seu bichinho para passear, fique longe de lugares com muitos cães.

Como tratar:

Sprays e bisnagas antipulgas também funcionam contra carrapatos. O mais importante, porém, é desinfetar o ambiente.


Pulga

Causa reações alérgicas e transporta vermes que podem infectar o intestino do peludo.

Como evitar:

Mantenha a casa e os acessórios do seu mascote sempre limpos.

Como tratar:

Opte por antipulgas em bisnaga, vendidos de acordo com o peso do animal, já que sprays e xampus não conseguem eliminar ovos e larvas.


Sarna

Provoca queda de pelos e formação de feridas, favorecendo infecções.

Como evitar:

Impeça seu pet de entrar em contato com bichos que possuam a doença.

Como tratar:

Melhor procurar um veterinário, para confirmar o diagnóstico, e evitar o risco de errar no escolha ou na dosagem do remédio.

Fonte: http://www.lexelulu.com.br

terça-feira, 22 de novembro de 2011

Bichos que ajudam na recuperação de pacientes em tratamento médico

Coelhos, cães, gatos, tartarugas e até peixes estão entrando na receita médica. Especialistas revelam que a convivência com esses animais ajuda na recuperação de pacientes

Ninguém nega: animais de estimação são ótimos companheiros. Por isso reforçam a saúde de seu dono. Esse poder terapêutico está chamando a atenção dos cientistas. É o caso de pesquisadores da Universidade de Warwick, na Inglaterra, que acompanharam 70 mulheres vítimas de câncer de mama. A convivência com bichos lhes trouxe conforto emocional, ajudando no tratamento.

A psicóloga e veterinária alemã Hannelore Fuchs, radicada em São Paulo, acredita piamente nesse efeito. Tanto que teve a idéia de recrutar coelhos, tartarugas e cães para visitar crianças doentes. Daí surgiu o projeto Pet Smile, uma terapia mediada por animais. Desde 1997 a iniciativa tem acelerado a recuperação de garotos internados na ala pediátrica do Hospital Nossa Senhora de Lourdes, na capital paulista. "Os bichos deixam o ambiente descontraído", nota Hannelore.

Especialidades médicas

Os cachorros são excelentes contra problemas cardiovasculares. Um estudo da Universidade de Nova York, nos Estados Unidos, prova que conviver com eles abaixa a pressão arterial. O cardiologista Elias Knobel, de São Paulo, confirma: "Seu dono fica mais feliz e assim os hormônios do estresse não ameaçam tanto as artérias". Há outro detalhe: grande ou pequeno, todo cão precisa passear. E a saúde de quem o segue segurando a coleira sai ganhando.

Já os gatos são bem-vindos contra a solidão. "Para os idosos, cuidar de um pequeno animal pode ser um estímulo cognitivo", opina o geriatria Flávio Chaimowickz, de Minas Gerais. A visão de um aquário cheio de peixes e dos passos lentos da tartaruga são boas pedidas para quem quer relaxar."Esta última também é aliada em trabalhos com crianças que têm dificuldade de locomoção e concentração", conta Hannelore.

Cuidado com o bicho

Nem todo mundo pode ter um pet em casa. "Pessoas mais sensíveis sofrem com alergias respiratórias", avisa o clínico geral Arnaldo Lichtenstein, de São Paulo. E não é só o pêlo o grande vilão. "Ácaros e poeira se depositam na pele do animal", completa. A dica de Lichtenstein é não deixá-lo no quarto. Além disso, o médico ressalta a necessidade de levá-lo regularmente ao veterinário e manter suas vacinas em dia.

Fonte: http://mdemulher.abril.com.br

Como ter uma relação de respeito com o bichinho de estimação

Fique atenta a seus deveres e cuide muito bem do seu animalzinho

Para que seu amigão se sinta querido e bem-cuidado, você tem que exercer a posse responsável. Fique atenta a seus deveres

· Nunca deixe o animal sair à rua sozinho. Mesmo assim, mantenha-o com coleira e plaqueta de identificação com seu número de telefone. Isso aumenta as chances de resgatá-lo caso ele escape e se perca.

· Leve-o sempre para passear e, nessas saídas, use sacos plásticos para recolher os dejetos.

· Zele pela saúde física e emocional do bicho como se ele fosse um membro da família.

· Forneça alimentação adequada, respeite as datas das vacinas e leve-o ao veterinário.

· Reserve para o seu bichinho um lugar agradável, evite deixá-lo só por muitas horas e, sobretudo, dê muito amor e atenção.

· Eduque o animal, se necessário, por meio de adestramento, mas procure respeitar suas características naturais. "Antes de repreendê-lo pelos latidos em excesso, investigue as causas, porque em geral são indício de que o cão está estressado ou se sentindo sozinho", explica Alexandre Rossi, especialista em comportamento animal.

· Caso não queira filhotes, castre o cão a partir dos 3 meses. Isso contribui para evitar a superpopulação de animais nas ruas - principal causa de doenças, acidentes e maus-tratos.

Fonte: http://mdemulher.abril.com.br

sábado, 12 de novembro de 2011

Como saber se seu Cão está doente

Seguindo o roteiro abaixo, você será capaz de examinar seu amigão minuciosamente. Tornando esse exame uma rotina mensal, será possível saber se é preciso recorrer a ajuda do médico veterinário. Independente desse exame, o veterinário deve ser consultado anualmente para avaliação e vacinação do animal. Se você for comprar um filhote, esse roteiro será muito útil para reconhecer um animal saudável.

1. Cabeça

Comece examinando os olhos do seu amigão:
- devem estar claros, sem inchaço ou secreção purulenta (amarelada);
- abaixando a pálpebra inferior, a parte interna (conjuntiva) deve estar rósea. Qualquer sinal de palidez excessiva (conjuntiva branca) pode indicar anemia.
- observe manchas brancas ou embaçamento na parte escura dos olhos.

Passe para as orelhas:
- examine a parte interna, externa e as bordas;
- observe se há falhas ou crostas que podem indicar ácaros ou sarna;
- o ouvido sadio não tem secreção ou odor. Se notar cheiro fétido no ouvido do seu animal, bem como secreção amarelada ou amarronzada ao limpar com um chumaço de algodão, leve-o ao veterinário para que ele diagnostique uma possível otite.

Examine a boca (desde que seu cão ou gato seja manso):
- levante o lábio superior do animal e observe as gengivas. Elas devem estar róseas, palidez excessiva pode indicar anemia;
- a língua deve ter coloração rósea sempre. Se o seu animal apresentar a língua arroxeada (exceto os chow chows) ou azulada após exercitar-se, consulte o veterinário;
- observe se todos os dentes estão firmes e inteiros. Dentes moles ou quebrados podem causar dor ao animal;
- a presença de tártaro, placas duras e amareladas nos dentes, conferem um hálito bem desagradável ao seu amigão. Se for o caso, leve-o para uma limpeza dentária;
- podem aparecer verrugas em abundância na boca ou lábios dos animais, assim como placas brancas no interior da boca. Nesses casos, consulte o veterinário.

Atenção para o focinho:
- normalmente ele está úmido e frio;
- não deve haver secreção, a menos que o dia esteja muito quente, quando o animal pode "transpirar" pelo focinho;
- focinho seco e quente nem sempre indica febre. Se isso ocorrer, observe o animal e aguarde outros sinais como perda de apetite. No caso de febre, além do focinho, as patas e orelhas ficam muito quentes;
- focinho despigmentado (branco) exige a proteção de um filtro solar.

2. Pelagem

Examine a pelagem do seu animal com atenção:
- queda uniforme de pêlos, sem apresentar falhas, pode tratar-se de muda anual;
- observe a presença de parasitas como pulgas, carrapatos ou bernes (a pele apresenta um orifício e um nódulo abaixo dele);
- cães podem ter piolhos, parasitas que não se movem, são pequenos e acastanhados. Surgem em condições de higiene precárias em canis;
- falhas na pelagem, crostas ou ferimentos devem ser analisados pelo veterinário;
- a presença de nódulos ou verrugas grandes e/ou numerosas também merecem a atenção do veterinário.

3. Corpo

O exame de órgãos internos não é possível ao leigo. Se houver problema em qualquer órgão sempre haverá uma manifestação externa como vômitos, diarréia, excesso ou falta de urina, ingestão exagerada de água, tosse, cansaço, dor ao se movimentar ou tentar pular, "engasgo" após exercício ou excitação, etc. Se notar algum desses sinais, que perdurem por mais de 2 dias, leve seu cão ao veterinário.

- observe se o seu animal está acima do peso. Esse é um parâmetro muito subjetivo, pois aquilo que pode ser "obesidade" para o veterinário, pode não ser para o dono do animal. Se as costelas do cão estiverem aparecendo, é fácil deduzir que ele esteja abaixo do peso. Por outro lado, se o animal perder a "cintura" (curvatura da região do flanco), desconfie que ele esteja muito gordo;
- barriga inchada nem sempre é sinal de muita comida, o animal pode ter vermes;
- na região do ventre (parte inferior da barriga), note se há algum volume na cicatriz do umbigo. Cães e gatos também podem ter hérnia, principalmente os filhotes.

No caso das fêmeas, principalmente, é preciso examinar todas as tetas (cadeia mamária) em busca de nódulos, inchaços e secreções. As cadelas e gatas podem ter tumores, benignos ou não, nas glândulas mamárias. Nas fêmeas castradas antes do primeiro cio, ou até 1 ano de idade, a chance desses tumores é muito pequena. A castração é um método de prevenção.

4. Patas

Flexione e estenda os membros do seu animal suavemente:
- se ele sentir qualquer dor, que persista a um segundo exame, leve-o ao veterinário. Alguns animais detestam que mexam em suas patas. Tente diferenciar a dor do medo;
- olhe entre os dedos das patas e procure por parasitas (carrapatos) ou ferimentos;
- faça o mesmo na parte de baixo, entre as "almofadinhas" (coxins) dos pés;
- se as unhas estiverem muito compridas, leve o animal ao pet shop ou ao veterinário para apará-las.

5. Genitais

No macho, constitui-se do pênis, prepúcio (pele que recobre o pênis), testículos e bolsa escrotal (pele que reveste os testículos). Na fêmea, você observará a vulva que a porção externa da vagina.

- tanto no macho quanto na fêmea, observe a presença de secreção nos genitais. Se for abundante, procure o veterinário sem demora, principalmente, se você tiver uma fêmea acima de 7 anos;
- no macho, note se os dois testículos estão na bolsa;
- atente para a pele que reveste os testículos ("saquinho"), ela deve estar livre de irritações ou feridas;
- os 2 testículos devem apresentar o mesmo tamanho.

6. Cauda

Curto ou longo, não esqueça do rabinho do seu amigão. É em sua base que as pulgas gostam de se aglomerar causando desconforto e feridas pela coceira. Animais de cauda longa e pesada podem ter ferimentos na ponta. Chegando na cauda, o exame do seu animal estará completo!

ATENÇÃO! Esse exame básico NÃO SUBSTITUI O ATENDIMENTO VETERINÁRIO, pelo contrário, ele visa reconhecer problemas prematuramente para você buscar ajuda do profissional veterinário à tempo. Consulte o veterinário regularmente.



fonte: http://nososcachorros.blogspot.com

Direito dos Animais

Considerando que o desconhecimento e o desprezo destes direitos têm levado e continuam a levar o homem a cometer crimes contra os animais e contra a natureza.

Considerando que o reconhecimento pela espécie humana do direito à existência das outras espécies animais constitui o fundamento da coexistência das outras espécies no mundo.

Considerando que os genocídios são perpetrados pelo homem e há o perigo de continuar a perpetrar outros.

Considerando que o respeito dos homens pelos animais está ligado ao respeito dos homens pelo seu semelhante.

Considerando que a educação deve ensinar desde a infância a observar, a compreender, a respeitar e a amar os animais.

PROCLAMA-SE O SEGUINTE:

  • Artigo 1º
  • Todos os animais nascem iguais perante a vida e têm os mesmos direitos à existência.
  • Artigo 2º
  • Todo o animal tem o direito a ser respeitado.
  • O homem, como espécie animal, não pode exterminar os outros animais ou explorá-los violando esse direito; tem o dever de pôr os seus conhecimentos ao serviço dos animais.
  • Todo o animal tem o direito à atenção, aos cuidados e à proteção do homem.
  • Artigo 3º
  • Nenhum animal será submetido nem a maus tratos nem a atos cruéis.
  • Se for necessário matar um animal, ele deve de ser morto instantaneamente, sem dor e de modo a não provocar-lhe angústia.
  • Artigo 4º
  • Todo o animal pertencente a uma espécie selvagem tem o direito de viver livre no seu próprio ambiente natural, terrestre, aéreo ou aquático e tem o direito de se reproduzir.
  • toda a privação de liberdade, mesmo que tenha fins educativos, é contrária a este direito.
  • Artigo 5º
  • Todo o animal pertencente a uma espécie que viva tradicionalmente no meio ambiente do homem tem o direito de viver e de crescer ao ritmo e nas condições de vida e de liberdade que são próprias da sua espécie.
  • Toda a modificação deste ritmo ou destas condições que forem impostas pelo homem com fins mercantis é contrária a este direito.
  • Artigo 6º
  • Todo o animal que o homem escolheu para seu companheiro tem direito a uma duração de vida conforme a sua longevidade natural.
  • O abandono de um animal é um ato cruel e degradante.
  • Artigo 7º
  • Todo o animal de trabalho tem direito a uma limitação razoável de duração e de intensidade de trabalho, a uma alimentação reparadora e ao repouso.
  • Artigo 8º
  • A experimentação animal que implique sofrimento físico ou psicológico é incompatível com os direitos do animal, quer se trate de uma experiência médica, científica, comercial ou qualquer que seja a forma de experimentação.
  • As técnicas de substituição devem de ser utilizadas e desenvolvidas.
  • Artigo 9º
  • Quando o animal é criado para alimentação, ele deve de ser alimentado, alojado, transportado e morto sem que disso resulte para ele nem ansiedade nem dor.
  • Artigo 10º
  • Nenhum animal deve de ser explorado para divertimento do homem.
  • As exibições de animais e os espetáculos que utilizem animais são incompatíveis com a dignidade do animal.
  • Artigo 11º
  • Todo o ato que implique a morte de um animal sem necessidade é um biocídio, isto é um crime contra a vida.
  • Artigo 12º
  • Todo o ato que implique a morte de grande um número de animais selvagens é um genocídio, isto é, um crime contra a espécie.
  • A poluição e a destruição do ambiente natural conduzem ao genocídio.
  • Artigo 13º
  • O animal morto deve de ser tratado com respeito.
  • As cenas de violência de que os animais são vítimas devem de ser interditas no cinema e na televisão, salvo se elas tiverem por fim demonstrar um atentado aos direitos do animal.
  • Artigo 14º
  • Os organismos de proteção e de salvaguarda dos animais devem estar representados a nível governamental.

Os direitos do animal devem ser defendidos pela lei como os direitos do homem.

(*) A Declaração Universal dos Direitos do Animal foi proclamada na UNESCO em 15 de Outubro de 1978


fonte: http://www.saudeanimal.com.br

terça-feira, 1 de novembro de 2011

Como acostumar o cão a andar com coleira e guia

A maioria dos cães fica super alegre quando percebe que irá passear. A alegria começa quando o dono pega a coleira e a guia. Mas nem todos ficam tão felizes assim. Conheça agora dicas para estimular seu cão a gostar de usar a coleira.

Nunca é tarde e nem cedo demais para começar


O erro mais comum que os proprietários cometem é apresentar a coleira e a guia ao seu cão no seu primeiro dia de passeio na rua, que normalmente ocorre logo após terminar o esquema de vacinação.

Pense um pouco nisso. É muita novidade junta para o seu cão. De repente, ele se vê preso a uma guia que limita sua movimentação, com uma coleira em seu pescoço que o prende e sufoca, e no caso dos enforcadores, passa a ser enforcado durante o passeio. Além dessa péssima novidade, as ruas e parques são lugares cheios de novidades com sons, cheiros, formas e texturas diferentes. É muita novidade junta. Então ele puxa de um lado, o dono de outro e o passeio vira um transtorno para os dois.

Portanto, deixar para acostumar seu cão com a coleira e com a guia no primeiro dia de passeio está proibido! Acostume-o a usar o acessório desde pequeno e faça pequenas simulações de passeios dentro da sua casa ou apartamento. Assim, quando sair para a rua ele já estará acostumado com a coleira e então vai sobrar mais tempo para conhecer a rua e suas novidades.

A mesma regra se aplica para cães que já possuem medo da coleira, para cães que puxam a guia para passear e com cães mais velhos que estão acostumados a andar soltos pela rua, sem coleira. Compre uma guia e uma coleira adequada ao seu tamanho e vá acostumando a usar primeiro em sua casa.

Como escolher a coleira para o seu cão

Na maioria das vezes o melhor acessório para passear com seu cão é uma coleira simples, leve e resistente. O mesmo se aplica para a guia.

Como acostumar o cão a usar a coleira

O segredo do sucesso é associar a coleira com coisas boas. Mostre a coleira para o seu cão e deixe-o cheirar. Distraindo o cão com um petisco, coloque a coleira delicadamente em seu pescoço. Após colocá-la, continue distraindo e brincando com um brinquedo por alguns minutos. A intenção é fazer com que ele se acostume com a coleira e não se incomode com ela em seu pescoço. Uma vez que esteja a vontade com o acessório, faça o mesmo com a guia. Distraia seu cão com petiscos e faça um breve passeio pela sua casa ou quintal com a guia frouxa. Você só deve sair para passear na rua após o cão estar acostumado com a coleira e com a guia em sua casa.

Medo da guia e coleira

Se seu cão tem medo da coleira e ao vê-la fica com as orelhas baixas, com o rabo entre as pernas e foge para baixo do sofá, algo está errado. Existem cães que nascem mais confiantes e outros mais medrosos. Essa é uma característica individual de cada um. Porém, o medo da coleira pode ter sido algo adquirido, ou seja, ele associou a utilização da coleira e o passeio com algo ruim. Neste caso, nunca force seu cão a andar puxando-o pela guia e nem fazendo carinho quando apresentar sinais de medo.

O primeiro passo é associar o uso da coleira com algo bom como sugerido nos parágrafos anteriores. Em seguida, faça passeios curtos em ruas calmas e em horários de pouco movimento. Gradualmente vá aumentando o percurso e o tempo. Associe o passeio com coisas boas como petiscos, brinquedos e com o encontro de amigos que ele goste, como um cão ou uma pessoa que ele goste muito. Se mesmo assim seu cão continuar apresentando sinais de medo, procure um adestrador com experiência em comportamento e que utilize métodos modernos baseados em recompensas para lhe auxiliar no treinamento. O medo pode ser controlado através de exercícios de dessensibilização e de técnicas de motivação para aum

entar a auto-confiança do cão.


Fonte: http://www.webanimal.com.br

Dúvidas sobre problemas comportamentais

Conheça alguns casos de comportamentos inconvenientes dos cães e como solucioná-los. Orientações da especialista em comportamento canino, Sheila Niski.

Eu tenho três cães raça boxer com 11 meses. Os três e estão cavando buracos no quintal e estragando o gramado. Gostaria de saber porque estão fazendo isso todos os dias e como resolver.

Cães cavam porque são cães... Escondem comida, ossinhos, brinquedos, brincam na terra, se deitam na terra mexida para se refrescar, enfim, motivos não faltam. Mas vou dar uma dica que funciona muito bem. Pegue o cocô deles e coloque no próximo buraco que você encontrar. Tampe o buraco com a terra. Acabou !!! Eles odeiam dar de cara com o “presentinho”.

Minha Labrador 8 meses entrou no cio e está uivando todas as noites. Há um macho que mora na casa ao lado. Gostaria de saber por que ela está fazendo isso, pois terei problemas com os vizinhos.

A linguagem canina, assim como a dos lobos, é bem complexa. Usam a linguagem corporal e oral. As fêmeas usam o uivo para atrair os machos. Não temos como evitar isso. Seria como você bater o martelo no dedo e TER que conter o grito de dor. É instintivo, ela nunca aprendeu, mas na memória genética dela, esse é o comportamento esperado. Você pode pedir para alguém ficar com ela nesse período, ou deixá-la em algum hotel, ou qualquer lugar que ela fique longe do macho.

Tenho um cão pastor belga mestiço com comportamento dominante desde que chegou. Sempre foi difícil levá-lo ao passeio. À medida que ele crescia a dificuldade aumentava. Hoje, até levá-lo ao veterinário é um suplício. Ele morde as pessoas na rua ou o braço de quem impede dele chegar ao alvo. Aulas de adestramento adiantariam? O que fazer?

Se ele tem esse comportamento desde que chegou, você deveria ter procurado ajuda logo. Quanto mais demorado, mais difícil o tratamento. A primeira coisa a fazer é castrá-lo. Fale com o veterinário sobre isso. Ele pára de produzir testosterona, o hormônio responsável pela agressividade entre outras coisas.

Alimentação não pode ficar disponível o tempo todo. Dê nos horários das refeições e tire depois de 20 minutos (independente dele ter comido ou não). Deixe-o sempre com guia dentro de casa, assim vocês podem controlar o cachorro sem correr risco. Carinho e passeio só depois de comando (senta). Brinquedos ficam restritos, afinal, vocês são os verdadeiros donos dos brinquedos, então vocês só dão quando ele se comportar.

O mais correto é você pegar um adestrador que entenda de comportamento e esteja sempre presente nas aulas.

Possuo três cadelas e uma delas, quando está no cio, fica insuportável. As outras cadelas não podem nem pensar em chegar perto dela, até para mim ela rosna. Além disso, passa a urinar pela casa, levantando a pata como o macho. Fora do cio ela é uma cachorra tranqüila, brinca como se fosse criança com as outras cachorras... Por que ela faz isso?

São as mudanças hormonais, assim como as mulheres na TPM. Eu simplesmente a castraria, assim ela não teria mais esses problemas. Talvez ela se sinta tão incomodada - ou mesmo com dor - quando está no cio, que ela apenas se protege batendo nas outras. O ideal seria castrar as três, mas se só uma fica nesse estado, pelo menos ela deve ser castrada.

Meu cão, um dachshund de quase 02 anos, sempre foi "chatinho", ele late pra todo mundo, mas sem ser agressivo. De uns dias para cá ele passou a atacar meu filho de 13 anos, mas só quando o menino encosta o rosto perto dele, se for carinho com as maos, tudo bem, mas não pode chegar o rosto que ele tenta morder. Como resolver o problema?

Aos dois anos ele se sente no direito de desafiar seu filho, já que ele já é um adulto e seu filho é adolescente. Temos que mostrar a ele que seu filho manda. A primeira coisa seria castrar o cachorro, esse costume finalmente está sendo mais aceito no Brasil. Ele vai parar de produzir testosterona e diminuir a agressividade.

Deixe o seu filho dar a comida dele - NUNCA DEIXE COMIDA O TEMPO TODO DISPONÍVEL - mas faça com que seu filho coma antes. Se for o caso, ele finge que tá comendo a ração e depois dá para o cachorro. Vocês vão estar passando para ele a mensagem de que seu filho come antes porque ele é o líder. Não faça tanto carinho nele e, nas brincadeiras, sempre vocês começam e terminam, nunca ele.


Você precisa primeiro descobrir porque ele tem tanto medo. A causa mais comum é que normalmente os passeios de carro têm como objetivo algo que o cachorro não gosta muito, ou seja, ele vai para o veterinário, ou hotel e se separa da família, ou é apenas mal-estar. Se ele vomita fale como veterinário.

Se for apenas medo faça assim: Leve ele para o carro com petiscos e brinquedos. Não ligue o carro, deixe ele se acostumar e vá dando os petiscos e brincando, fazendo carinho, deixe ele à vontade no carro. Faça isso aos poucos se ele for muito assustado, um minuto só, depois dois, até ele se acostumar. Quando ele estiver indo para o carro sem esforço, você pode ligar o automóvel e, se ele não reagir, dê uma voltinha no quarteirão. Vá aumentando o trajeto até ele acostumar. Nesse meio tempo, comece a levá-lo para passeios gostosos de carro, como ir para a praça, parque, ou apenas sair de carro e depois dar uma voltinha a pé, para depois voltar de carro.

Meu cachorro, um pastor branco com 04 meses, quando defeca passa a se sujar com as fezes, obrigando a banhos diários. Como resolver isso?

O cachorro faz isso para disfarçar seu cheiro tanto das presas quanto dos predadores. É uma reação normal que alguns cachorros ainda conservam na sua memória genética. O ideal é limpar o local logo que ele defeca. Muitas vezes isso não é possível, mas estejam atentos para, quando o virem fazendo isso, dar uma bronca na hora. A bronca deve ser dada com voz rouca, grave, sem gritar. E, de preferência, não deixem ele ver o local sendo limpo.

Tenho um cão extremamente mimado e estou pensando em ter um filho. Tenho muitos medos em relação à isto. Será que o cachorro ficará agressivo? Vai adoecer? Vai machucar o bebê de verdade?

Para tudo dar certo temos que seguir algumas regras. A primeira e mais importante: Não mudar a rotina do cachorro depois que o bebê nascer. Ou seja, se ele vai parar de dormir na cama com vocês quando nascer o bebê, tire ele agora, desde já. Qualquer mudança na rotina do cachorro é motivo de stress, então não deixe ele associar a chegada do bebê com as mudanças.

Acostume-o com movimentação nova, ou seja, comece a andar com uma boneca no colo - em posição de bebê - e não deixe ele machucar a boneca, deixe o carrinho na sala - e de vez em quando coloque um petisco na parte de baixo - para ele não estranhar. Enfim, vá pensando nas situações novas e torne-as presentes.

No dia do nascimento, peça para seu marido levar a mantinha usada pelo bebê para casa, deixe o cão cheirar - sem morder, nem brincar - e faça carinho nele. Acostume-o a ter carinho quando o cheiro do bebê estiver presente.

Ao voltar para casa, deixe uma terceira pessoa carregar o bebê, pois você vai estar aproximadamente 3 dias longe do seu cão, e voltar com o bebê no colo não é legal para ele. Deixe ele cheirar o pezinho, faça festa. Não brigue com o cão na presença do bebê. Associe o bebê a tudo de legal para o animal, carinho, petiscos, passeios.

Tenho uma collie de oito anos, ela sempre faz xixi na cama dela, desde que era filhote, ou as vezes faz xixi também na cama do macho. Você, como especialista em comportamento animal, poderia explicar?

Os motivos podem ser vários, mas se nesse tempo todo vocês não mostraram para ela que isso é errado, fica difícil ela aprender. Talvez ela só esteja marcando território, mas o importante é que ela ainda não entendeu que isso é errado. Uma Collie quer sempre agradar ao dono, é cão de trabalho, então, não pense que é birra dela.

Ganhei um Sharpei com 6 meses de idade e ele não quer saber de comer a ração no comedouro. Ele só come se a ração for deixada no chão. Outra coisa, ele fica fora de casa (local coberto) e achei que uma caminha seria o suficiente para ele dormir. Mas me dei mal, pois quando coloco a caminha no chão, ele simplesmente brinca com ela de chacoalhar e aparentemente usa para "namorar". Você tem alguma sugestão ?

Ele é castrado ? Se não for, castre enquanto ele ainda é bebê, pois esse comportamento é típico de um filhote dominante. O Sharpei já é dominante por natureza. Enquanto isso, tire a caminha dele. Não tem problema nenhum.

Quanto a comida, coloque no prato de ração e deixe por 20 minutos. Se ele não comer, apenas tire, sem falar nada, e só devolva na próxima refeição. O cachorro é um animal de caça, com organismo preparado para ficar até uma semana sem comer. Dificilmente ele vai passar o segundo dia sem comida, mas tem que ser consciente, não adianta jogar "um pouquinho só" no chão. Ele tem que ficar com fome mesmo.

Estamos um pouco preocupados com nosso cão, uma boxer fêmea que vai completar 01 ano. Não estamos entendendo por que ela está brigando com a vasilha de comida e ficando tão agitada e latindo muito, nós só mudamos a ração dela misturando a júnior/filhote com a de adulto.

Ela está na adolescência, revendo seus limites e testando os donos. Provavelmente ela fez isso uma vez e conseguiu atenção exagerada prá ela. Pode ter sido engraçado e vocês riram, podem ter dado uma bronca exagerada (ela gosta da bronca mais do que da indiferença), ou qualquer postura corportal que vocês tenham passado para ela no momento. Você tem aquelas vasilhas pesadas? Com a minha Boxer funcionou, troquei por uma vasilha de alumínio com cimento, bem pesada, e ela parou.

Quanto a agitação, será que vocês estão fazendo exercício suficiente com ela? Ela tem que passear, brincar, correr. Nessa fase o Boxer dá uma crescida, uma encorpada, e precisa fazer muito exercício. Mas para isso ela tem que ser estimulada, não adianta ficar no quintal ou jardim da casa.

Tenho uma Fox Paulistinha de 2 meses. Ela morde tudo (brincando), nossas mãos, pés, pernas, braços, qualquer coisa que encoste nela e como seus dentinhos são muito pontudos vivo arranhada e machucada. O que eu faço para ela parar de morder? Se brigo, ela nem escuta e se dou um tapinha no focinho ela acha que é mais brincadeira e morde mais.

Essa idade ela ainda está com os dentes de leite, que realmente coçam. Mas se vocês permitirem esse comportamento ela vai achar que morder é certo.

Para ela, morder é gostoso, afinal, a mão se mexe, às vezes grita, funciona como uma "presa". Vamos fazer com que morder não seja mais tão gostoso. Quando ela morder sua mão, empurre a língua dela - como o pediatra fazia com a gente - até ela sentir uma ânsia. Junto com isso você diz "NÃO MORDE". Quando ela empurrar sua mão (ou dedo) você tira a mão e pode até oferecer um petisco ou brinquedo.

Se isso não der certo, cada vez que ela morder você pára de brincar e a deixa. Levante, saia do local, faça qualquer coisa, mas ignore-a. Isso vai exigir repetições, mas depois de algum tempo dá certo.

Gostaria de saber qual a causa da agitação dos cães durante a tosa e o que posso fazer para acalmá-los, tenho tido bastante trabalho para conseguir tosar as patas e os genitais.

Se você conseguir deixar alguém dando um petisco para eles aos poucos, como um 'bifinho', enquanto você tosa, pode ser que dê certo. Mas essa reação é a mais normal, os cães não gostam da tosa no geral.

Os cães que passam pelo processo de inseminação artificial, sofrem algum tipo de efeito colateral psicológico, por não terem acasalado para a procriação. Será que eles tratam os filhotes da mesma maneira?

Nunca ouvi falar de cadelas rejeitarem seus filhotes por terem sido cria de inseminação artificial. Inclusive algumas raças só conseguem procriar assim, como o Bulldogue Inglês, que pelo tamanho e peso não consegue acasalar da maneira convencional. O que pode levar uma cadela a rejeitar a cria é a imaturidade dela ou os bebês nascerem com alguma doença. Nesse caso ela rejeita o mais fraco para tentar cuidar dos mais fortes.

Fonte: http://www.webanimal.com.br

segunda-feira, 31 de outubro de 2011

Dicas para dar banho em seu cachorrinho.


Fonte: http://www.youtube.com

Como dar remédios via oral para um cão

Você pode precisar dar remédio para dor após um acidente grave ou um vermífugo mensal, aprender a dar medicação via oral para o seu cachorro é um truque útil. Use as dicas a seguir para dar tanto remédios líquidos como comprimidos para o seu cachorro.

Líquidos

  • Segure o cachorro. Se ele for difícil de lidar você pode precisar de ajuda para contê-lo. Diminua a apreensão do cachorro conversando com ele com calma e segurança. Passe o braço delicadamente sob o pescoço do cachorro, segurando a garganta na dobra do seu braço. Veja se ele pode respirar sem problemas. Passe o outro braço por cima ou por baixo do meio do cachorro, pressionando com cuidado para segurar o corpo do cachorro contra o seu.
  • Se necessário, faça uma focinheira frouxa de maneira que a boca abra apenas um pouco.
  • Incline a cabeça do cachorro para trás, com cuidado.
  • Puxe o lábio inferior do cachorro para fazer uma bolsa.
  • Usando um conta-gotas ou uma seringa plástica, coloque o líquido aos poucos nessa bolsa, esperando que cada porção seja engolida antes de dar mais um pouco.
  • Massageie a garganta do cachorro para estimular o reflexo de engolir.

Comprimidos

  • Segure o cachorro. Se ele for difícil de lidar você pode precisar de ajuda para contê-lo.
  • Diminua a apreensão do cachorro conversando com ele com calma e segurança.
  • Segure a mandíbula superior do cachorro com uma mão por cima do focinho.
  • Pressione os lábios do cão sobre os dentes superiores apertando com seu polegar em um lado e os outros dedos no outro, de maneira que os lábios do cachorro fiquem entre os dentes e seus dedos. Aperte com firmeza para forçar a boca a ficar aberta.
  • Segure o remédio entre o polegar e o dedo médio da outra mão e coloque dentro da boca o mais fundo possível.
  • Massageie a garganta do cachorro para estimular o reflexo de engolir.

Um método alternativo é esconder o comprimido em um pedaço de salsicha, presunto ou outro petisco que o cachorro goste.
Sangue em um cachorro pode significar um problema grave ou um pequeno corte na pata. Na próxima seção vamos discutir como reconhecer os vários sinais e o que fazer para ajudar um cachorro que está sangrando.

Fonte: http://amomeucao.blogspot.com

Meu cachorro esta agitado o que fazer?

Seu cachorro está agitado e precisando fazer atividade? Uma boa opção como Enriquecimento Ambiental é a que vou descrever a seguir, simples e fácil de fazer.

Desta forma que fazemos é necessário ter uma parte gramada em casa, um jardim ou canteiro. Costumo colocar a quantidade que cada cão come no período (divido a alimentação deles em duas vezes ao dia) em uma mesma tigela para todos. Levo os cães para o jardim e vou jogando as bolinhas de ração de forma bem homogênea, espalhando-as por quase todo o gramado, que aqui deve ter uns 80 metros quadrados.

Eles demoram uns vinte e cinco minutos para encontrar tudo e utilizam muito o olfato, ficando exaustos. É uma boa opção também para cães que usam naturalmente o olfato, proporcionando grande atividade mental.

Caso seu cão não coma a ração toda, deixando sobrar ou não se interessando terminar a ração no pote, este tipo de enriquecimento não funciona muito bem, pois o cão não está motivado para buscar a ração no meio da grama e vai deixar tudo lá. Aqui em casa os cães comem muito bem e quando jogamos a ração na grama ainda existe a competição entre eles, o que os faz ir até os limites para não ficar sem. O Anakin geralmente é o primeiro a desistir, pelo cansaço mental. Em seguida desiste a Duda, depois a Amin, Meg e Radha. A Ivy é brasileira e não desiste NUNCA! Isso pode ser feito pelo menos três vezes na semana (desde que não esteja chovendo...).


Fonte: http://www.tudodecao.com.br

Educando meu cãozinho

A educação orientada dos animais de estimação é necessária. Hoje em dia é bastante comum encontrarmos cães que não são bem educados. A preocupação com o comportamento do cãozinho geralmente ocorre quando a convivência já está difícil.

A educação canina consiste em adequar o animal às regras e convívio dentro de nossa família e sociedade, e isto inclui, de forma incontestável, a socialização adequada. Ela começa assim que o filhote chega à nova casa. Ele aprende de uma forma ou de outra e se não for orientado, aprenderá geralmente o que não queremos que faça.

Situações comuns com a qual a maioria dos donos de cães convive: o cão pula nas pessoas, o que acaba fazendo com que fique preso quando se recebem pessoas em casa (ou a visita que tem medo do cachorro não aparece mais), o cão arrasta o dono no passeio para se aproximar e cheirar o cachorro de outra pessoa, o animal faz as necessidades no tapete da casa de outras pessoas que você está visitando, etc, etc, etc. Acaba-se tendo que colocar o cão para fora, ou no canil. O animal fica isolado enquanto durarem as visitas, festas, churrascos. E a resposta do dono é: “Ele é mal educado, não sabe se comportar”. Bom, será que ele foi realmente educado para aprender a se comportar nessas situações?

Os cães aprendem aquilo que funciona, de acordo com o interesse deles em determinada consequência (comida, passeio, atenção, brinquedos, etc). Nós levamos anos, desde nossa infância, para aprender como receber as visitas, não falar de boca cheia, não interromper a conversa dos outros, não jogar comida no chão, não comer com a mão. É até engraçado, mas é real.

Como queremos que um cão aprenda a receber as visitas adequadamente se o que funciona para receber a atenção delas é pular, agarrar com a boca as barras de saia, calça, os sapatos, latir? Nos pequenos momentos em que o cão não faz isso, ele não recebe o que quer e todos falam: “Vamos deixar ele quietinho agora que acalmou...” . Todo comportamento que existe é nutrido de alguma forma. Por que ele deixaria de roubar comida da mão de uma criança distraída se isso é uma recompensa muito grande por si só? Pode até existir uma punição depois, mas a recompensa já aconteceu.

A educação de um cão não é torná-lo um robozinho que faz tudo o que se quer. Um bom adestrador sempre procura orientar a família para que todos eduquem o cão juntos exatamente nas questões mais relevantes para cada um. Não é necessário o uso de qualquer tipo de violência, sustos, gritos, trancos na guia ou técnicas que agridam o bichinho, emocional ou fisicamente.

Existem muitos comportamentos importantes, e vou citar alguns exemplos que, para mim, ilustram um cão bem educado:

- Receber as visitas sem pular e sem exigir atenção;
- Não puxar a guia no passeio;
- Não roubar comida, se comportar durante as refeições em casa, restaurantes, na casa de outras pessoas;
- Respeitar as regras da casa;
- Saber o lugar correto de fazer suas necessidades;
- Não latir para exigir (qualquer coisa);
- Obedecer a coisas simples como: sair do sofá, subir e descer do carro sob comando;
- Etc.

Esses itens variam muito de pessoa para pessoa, de família para família e até entre países e a lista pode ser muito maior, mas existem alguns comportamentos básicos que mostram que o cão teve uma educação ativa e orientada. Quando encontramos um cão educado, ficamos maravilhados e pensamos: ‘Essa pessoa teve sorte, este cão é especial, é muito educado’. Será que é sorte mesmo? Provavelmente os filhos desta pessoa também são educadíssimos.

É necessário que os donos de animais de estimação pensem mais ativamente na educação de seus pets. Por que será que uma criança vai à escola, e fica nela durante praticamente metade de sua vida? Com os animais não é diferente. Eles começam a aprender desde muito cedo, e o aprendizado nunca mais cessa.

Fonte: http://www.tudodecao.com.br