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DICAS ANIMAIS

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quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

Andando de carro

No automóvel, o cão sente-se normalmente como em casa. Para o animal, o motor que ronrona é sinônimo de perspectiva de passeio, ou de atividade em companhia do dono.

Quando se escolheu um cão de uma raça grande, terá que se estudar, num prazo mais ou menos longo, a mudança de carro. Realmente, quer se trate levá-lo a caçar ou à oficina de férias ou para um fim de semana, o cão deve ter o seu lugar no automóvel e não se pode enfiá-lo entre malas. Deve poder dormir e mover-se a vontade.

O automóvel tipo peruas é o que melhor se adapta, principalmente se vão transportar vários animais, caso frequente do criador que deve apresentar numerosos exemplares numa exposição. Os caçadores que vão caçar ou participar de um concurso com uma matilha de cães que não param de correr por todo o lado preferirão seguramente um reboque.

Em qualquer automóvel, o lugar do cão é na traseira. Alguns cães de tamanho pequeno colocam-se voluntariamente na traseira, que reconhecem como sua, o que facilita as coisas quando o espaço está cheio. Mas, cuidado! Neste lugar o sol incide muito forte e uma freada súbita (ou uma batida) podem ser dolorosamente sentidos pelo animal, que será projetado para a frente. O cão irriquieto deve, por seu lado ser separado do motorista por uma moldura ou rede de proteção. O mesmo acontece com os cães agitados, qualquer que seja o seu tamanho, mesmo os menores, que podem provocar autênticas catástrofes, especialmente se instalam-se no pedal do freio.

Alguns donos, em particular aqueles que preparam os cães para campeonatos ou concursos de trabalho, preferem acondicionar, na parte traseira do automóvel, uma caixa fechada que impede o animal de sair dali e cansar-se, ao tentar manter o equilíbrio ante as irregularidades da estrada: curvas, acelerações, freagens… As caixas de avião, tipo Vari Kennel, também obrigam o cão a ficar tranquilo, e por outro lado, devido à sua forma, proporcionam um espaço agradável e confortável.
Por razões óbvias, o cão não deve ir, nunca, no colo do motorista. Todo o automobilista que despreze esta norma elementar de segurança corre grave risco, em caso de acidente, de ver a sua companhia se seguros negar responsabilidades. Da mesma maneira, é punível do ponto de vista do Código levar um cão que impeça a visibilidade ou dificulte as manobras.

Tudo isso não deve servir para relegar o cão ao porta-malas do carro; neste espaço escuro e ruidoso, o cão separado do dono pode sentir-se mal ou entrar em pânico. Também não se deve levar o cão amarrado ao cinto de segurança, mesmo que esteja feito na medida para ele.

Cuidado com os golpes de calor

Todos os anos, numerosos cães morrem de um golpe de calor, em consequência, quase sempre, de uma estada prolongada (meia hora é o suficiente) em um carro deixado ao sol e onde não entra ar. A polícia, avisada pelos transeuntes, deve intervir, quebrando um vidro para salvar o animal. É preciso muita atenção principalmente se você tem um cão braquicefálico (sem focinho), que tem ainda mais dificuldade para respirar em clima quente.

Como reconhecer se seu cão está passando mal por causa do calor

Um cão ardente, num estado de semi-consciência, que se baba e cujas mucosas estão mais escuras do que é habitual deve ser socorrido imediatamente. Nestes casos, deve-se levá-lo, o mais rapidamente possível, a um lugar ventilado, respingá-lo abundantemente com água fria; se necessário, por-lhe uma bolsa de gelo na cabeça e levá-lo ao veterinário mais próximo.

Como evitar

Este tipo de acidente é muito fácil de evitar. Os problemas de estacionamento existem sim, mas um automóvel onde deve permanecer um animal deve ser deixado sempre num estacionamento que tenha sombra, e o proprietário deve estar ciente de que o sol roda no decorrer do dia e as sombras não são fixas. Também terá que deixar um pouco aberta uma janela. Um ventilador pode também ser ligado na bateria.



 Durante a viagem, não se deve deixar que o cão ponha a cabeça fora da janela. Ele corre o risco, se não for decapitado primeiro, de contrair uma otite, uma conjuntivite…


Retire a guia quando for entrar no carro

Outro acidente, também grave, se bem que menos conhecido, é o risco que o animal corre quando o dono, imprudente ou distraído, não lhe tira a correia. Ao mover-se, o animal enrola-se em alguma alavanca, por exemplo, e não conseguindo desenrolar-se, cada vez se mexe mais, e pode acabar estrangulado, principalmente se tiver uma coleira de castigo.

Cuidados na estrada

No decorrer de uma longa viagem, o cão, como os seus donos, necessita se reanimar e agradecerá uma parada no caminho a cada duas horas, aproximadamente. Mas, cuidado! Uma parada no acostamento de uma estrada ou de uma rodovia é apenas outro perigo. O animal, aterrorizado pelo ruído e desorientado pela novidade, pode fugir e atravessar a estrada. É necessário ter a precaução de colocar-lhe a correia antes mesmo de abrir a porta. Sempre que possível, não hesitar em deter-se numa área que permita ao cão brincar sem qualquer perigo.

As viagens em automóvel expõem o animal a desidratação, é necessário proporcionar-lhe água fresca. É igualmente necessário dar-lhe ar, mas não em excesso…em caso algum se deve deixar que o animal coloque a cabeça fora da janela aberta, recebendo os golpes de vento, com o que poderia chegar ao seu destino com uma conjuntivite, uma queratite, uma rinite ou uma otite…se não acabar decapitado por outro automóvel. Um último conselho: ensine o seu cão a viajar calado, pois não há nada que nos coloque mais nervosos que um cão que geme ou late durante o trajeto.

Como levar meu cão no carro?
Há diversas formas de proporcionar mais segurança, conforto e tranquilidade para o seu cachorro em um passeio de carro. Veja abaixo diversas opcões para proteger o seu cão.



Esta é uma forma confortável e segura para cães de pequeno porte, pois evita que ele se movimente durante movimentos bruscos do carro.
O cinto de segurança é útil para que o cão permaneça no lugar, mas não impede a movimentação em curvas sinuosas e outros movimentos do carro.
A peitoral proporciona um pouco mais de firmeza.

As gaiolas (podendo ser também caixas de transporte), são seguras, mas por estarem distantes dos donos, pode ser estressante para o animal, principalmente em viagens longas.





Fonte:www.tudosobrecachorros.com.br

Alimentos tóxicos para cães


“O que posso dar para o meu cachorro comer?” – Muitos já se fizeram essa pergunta. Parece ser fácil de responder, mas na verdade não é tão fácil assim. Os cães se alimentam de forma diferente e seu organismo funciona diferente dos seres humanos. Não é porque podemos comer algo que não nos faz mal que um cão também pode. Então é bom a gente aprender o que pode fazer mal antes de oferecer para o cão.

As comidas a seguir mostraram-se ser TÓXICAS para os cães. A quantidade suficiente pra fazer mal ao cão vai depender normalmente do tamanho do cão e de quanto ele ingeriu. Como fica difícil prever se seu cão é resistente ou não, a dica é: não dê esses alimentos ao seu cachorro.

Chocolate

Chocolate contém uma substância altamente tóxica para os cães, a Teobromina. Quanto mais escuro um chocolate é, mais Teobromina contém. Os sintomas de envenenamento aparecem quando o cão comeu acima de 45mg por peso; os cães podem falecer caso ingiram mais de 52mg por quilo. Uma vez que seu cão comeu o chocolate, não tem nenhum método ou antidoto que reverta a overdose de Teobromina.

Café, chá, mate e refrigerantes de cola

A cafeína em alta quantidade é tóxica para os cães. A cafeína costuma ser tóxica acima de 63mg por quilo de peso do cão.

Cebola e alho

A cebola e o alho contêm uma substância chamada dissulfeto de n-propil, que altera a hemoglobina, provocando a destruição de glóbulos vermelhos e causando anemia, icterícia e sangue na urina. Se não for tratado, pode ser fatal. Se for diagnosticado a tempo, essa intoxicação pode ser revertida com transfusão de sangue. Na dúvida, proteja a saúde do seu amigo e não dê.

Uva e uva-passa

Existem alguns casos reportados de cães que sofreram reações tóxicas ou morreram depois de ingerirem uma grande quantidade de uva ou uva-passa. A substância que causa essa intoxicação não foi identificada, mas causa um problema renal no cão.

Macadâmia

Raramente fatal, a ingestão de macadâmias pode causar sérios sintomas, incluindo vômito, tremores, dores abdominais, confusão mental e problema nas juntas.

Batata e pele de batata

Se a pele da batata ou a batata em si está verde, ela contém uma substância chamada solanina. Isso pode ser tóxico, mesmo em pequenas quantidades, então sempre descasque ou retire qualquer parte verde antes de dar ao seu cão.



Fonte: www.tudosobrecachorros.com.br

terça-feira, 4 de dezembro de 2012

Otite Canina – Dor de ouvido


A otite é um processo inflamatório que envolve a porção externa do ouvido, sendo uma das doenças mais frequentes na clínica de pequenos animais e apresentando características peculiares: dificuldade na prevenção, no tratamento e na eliminação das causas que levam a reincidências.Embora algumas raças de gatos tenham predisposição à otite, sua incidência é muito mais comum em cães, uma vez que a anatomia do ouvido dos gatos é, comparativamente, menos favorável às infecções.

A maioria das raças de cães apresenta um canal auditivo bastante longo, quando comparado ao ouvido humano, o que as predispõe a infecções e dificulta o tratamento.

Cães com orelhas longas e pendulares, como os das raças Cocker Spaniel, Golden Retriever e Basset Hound, são mais predispostos a problemas de ouvidos do que outros cães, pois as orelhas pendulares obstruem a entrada de ar e a secagem adequada do canal auditivo. O resultado é um ambiente quente, úmido e escuro; com perfeitas condições de crescimento de microrganismos, como leveduras, fungos e bactérias.

As inflamações de ouvido podem ser causadas por vários fatores: parasitas, microrganismos, corpos estranhos, tumores e doenças de pele. Os ácaros causadores de sarna de ouvido estão mais relacionados a otites felinas. Já as bactérias e fungos, apresentam-se como os principais agentes causadores das otites caninas e também das felinas.

Sintomas e diagnóstico

Os sintomas mais comuns da otite são agitação da cabeça, coceira, esfrega das orelhas contra o chão, dor ao redor das orelhas e cabeça, mau cheiro, secreções e perda de audição, geralmente relatada pelo proprietário.

O diagnóstico dessa doença deve levar em conta vários fatores, que muitas vezes convergem para um tratamento de longa duração, e pode se dar através de exame físico, otoscopia ou exames laboratoriais (citologia, cultura e antibiograma).

Assim como acontece com os seres humanos, o uso descontrolado e indevido de antibióticos contribui para o surgimento de bactérias cada vez mais resistentes às medicações; daí a importância de se fazer um diagnóstico preciso da doença.

Se a gripe mal curada leva a complicações, a otite tratada de forma inadequada também. Otites crônicas e médias estão relacionadas a otites externas mal curadas, em que a doença reincide, o tempo de tratamento se prolonga e a necessidade de intervenção medicamentosa se torna mais frequente.

Como tratar

O tratamento das otites está associado ao uso de medicação tópica e à limpeza dos ouvidos. Em alguns casos há a necessidade de se associar à medicação tópica, antibióticos e/ou anti-inflamatórios. O remédio quem vai definir é o veterinário, por isso não medique seu cão sem orientação.

É importante lembrar que o sucesso terapêutico da medicação tópica depende do proprietário respeitar a forma de tratamento indicada, a maneira correta de executá-la, os intervalos de medicação e o tempo de duração. Muitas vezes essa parte, que deveria ser a mais simples do processo, torna-se justamente o entrave do sucesso do tratamento.

Não é possível prevenir completamente o surgimento de otites, mas a limpeza rotineira dos ouvidos pode ajudar bastante, principalmente nos casos de animais que já possuam esta predisposição.


Fonte: www.tudosobrecachorros.com.br

Medo de trovão

Fogos em dia de futebol, trovões numa tempestade… Entenda porque tantos cães tem medo de estrondos.

Não raro, cães entram em desespero ao ouvir explosões. Babam, tremem e, muitas vezes, tentam entrar em locais pequenos demais para eles ou se jogar pela janela. O estresse pode ser tanto que, no dia seguinte, ficam doentes ou se machucam seriamente. Mas, por que ficam tão apavorados?

Instinto de preservação

Barulhos altos podem significar perigo. Por isso, de maneira geral, os animais tentam fugir de tais sons. Estrondos passam a idéia de que algo grande e poderoso se aproxima, como árvores caindo, relâmpagos, etc. Os antepassados dos cães que mais fugiram desses sons foram os que mais tiveram chances de sobreviver.

Até mesmo dentro de nossas casas um barulho alto pode significar perigo. Imagine um móvel inteiro caindo perto do cão. É de se esperar que ele saia correndo para não se ferir.

Não é dor no ouvido

Muitas pessoas alegam que seus cães têm a audição muito sensível e que, por isso, sons fortes como de fogos e trovões são capazes de causar dor no sistema auditivo. Tá certo que um estampido extremamente forte, em contato direto com o ouvido do cão, possa realmente ter esse efeito, mas é raro isso acontecer.

Apesar de os cães terem ótima audição, não é por dor que ficam assustados. A verdadeira causa é a associação que fazem de perigo com determinado barulho.

Trauma

Sempre que se assusta demais, o cão pode desenvolver trauma. Se um barulho muito forte o apavorar, outros ruídos semelhantes passarão a causar medo enorme, simplesmente por estarem associados ao grande susto inicial. É o que acontece quando um cão começa a tremer e a ficar ansioso com trovões fracos, bem distantes. Há casos em que a umidade do ar, o vento e a mudança da luminosidade são associados com o perigo de barulhos altos. Ou seja, antes mesmo de a tempestade se formar, o cão já pode estar sofrendo.

Cura difícil

Infelizmente, não é fácil resolver esse problema. Mas existem várias dicas para amenizá-lo. Casos de recuperação total acontecem. Não desanime, portanto. Almeje o tratamento e evite submeter o cão a mais sofrimento que o necessário. Proceda com calma e consideração.

Local de confiança e protegido

Muitos cães normalmente escolhem um lugar para se abrigarem quando estão com medo. Se esse for o caso do seu cão, procure respeitar o local escolhido por ele – permita que fique lá. Além disso, se possível, crie um espaço com janelas e portas vedadas – quanto mais a prova de som, melhor -, e acostume o cão a freqüentá-lo.

Se você escolheu o seu quarto, ótimo! Usar um ambiente associado com a sua pessoa vai ajudar bastante a deixar o cão mais seguro. Dentro desse lugar, habitue-o a ouvir sons altos, bem altos, como de TV, rádio ou mesmo um CD de música. Desse modo, quando houver barulho de fogos ou trovões você poderá encobri-los, mesmo que parcialmente. Acostume o cão a brincar e a se divertir naquele ambiente também sem haver trovões ou rojões, para o local não ser associado a barulhos assustadores.

Acostumar aos poucos

Sempre que você e o cão ouvirem um barulho semelhante ao que causa medo nele, comemore com ele – dê petisco, jogue bola, etc. Tenha cuidado para nunca demonstrar que você se assustou com um barulho. O seu papel é ser fonte de segurança – esse exercício só funcionará se o cão se sentir relativamente seguro. Por isso, não se agache para protegê-lo quando houver um estrondo. Para ele, o ato de agachar pode ser sinal de medo.

Um modo seguro de acostumar o cão com barulhos cada vez mais altos é gravar sons de tempestade e de fogos e reproduzi-los em momentos agradáveis. Para ele não ficar assustado, respeite sempre os limites.

Evite novos traumas

Todo o treino pode ir por água abaixo se novos traumas surgirem em decorrência dos ruídos. Considere, portanto, a possibilidade de, no dia de uma grande partida de futebol, na virada de ano novo ou quando mais for necessário, lançar mão de ansiolíticos (medicação tranquilizante). Consulte seu veterinário sobre isso. Antes de usar o remédio diante de estímulos muito estressantes para o cão, teste o remédio. Há possibilidade de o cão ficar ansioso em vez de calmo. Procure também observar se a dose está adequada. Em excesso, o remédio pode deixar o cão desequilibrado ou sonolento demais. Nesse último caso, ele deverá ficar confinado num espaço seguro e protegido de qualquer perigo, já que perambular pela casa causaria risco de bater em algo ou cair da varanda, por exemplo



Fonte: www.tudosobrecachorros.com.br

quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

Primeiros dias do filhote: dentro ou fora de casa?

A adaptação de um filhote na nova casa requer muito cuidado e precaução. Algumas pessoas acreditam que, se deixarem o cachorrinho dormir dentro de casa ou no quarto, ele ficará mal acostumado. Por isso, a maioria dos donos acaba defendendo a idéia de que o cão deve ficar pelo resto da vida no mesmo cantinho. O problema é que esse mito somado ao stress da mudança de ambiente só piora a vida do bicho. Ainda frágil e inseguro, ele pode desenvolver problemas de comportamento ou contrair uma doença, já que seu sistema imunológico ainda está baixo. Portanto, ao contrário do que muita gente pensa, o ideal é não deixar o filhote do lado de fora, e sim permitir que ele durma junto com você até adquirir confiança e perceber que a mãe não irá mais voltar. Como já falamos aqui, nas primeiras noites é normal o cão chorar. No entanto, evite ir até ele. Isso porque, se todas as vezes que o cachorrinho resmungar você atendê-lo, ele logo vai perceber que chorar é uma ótima forma de ganhar sua atenção e agirá assim sempre que se sentir carente.


Fonte: http://www.caocidadao.com.br

terça-feira, 29 de novembro de 2011

Primeiros Socorros aos Filhotes

Os filhotes são tão curiosos, descuidados e impulsivos quanto às crianças, podendo como estas envolver-se em numerosos problemas. Ainda que o veterinário deve ser sempre o primeiro a ser consultado, você precisa ter uma noção dos primeiros socorros, que podem ajudar em casos de pequenos acidentes e que, em alguns casos, podem até salvar a vida do filhote.

A prevenção é sempre melhor que a cura, e por isso tente fazer com que sua casa e as áreas próximas sejam seguras para o filhote. Mantenha fora de seu alcance objetos afiados, pontiagudos, brinquedos de plástico ou borracha macia, brinquedos pintados, ossos pontiagudos. Mantenha em local fechado: medicamentos, sabonetes e inseticidas. Tenha à mão uma pequena
caixa de medicamentos para o seu filhote, incluindo:

1. Um termômetro retal e um lubrificante;
2. Esparadrapo e gaze para os curativos;
3. Medicamentos contra queimaduras, prescrito pelo veterinário;
4. Água boricada para lavagens oculares;
5. Amoníaco para tratamento de choque;
6. Mostarda em pó ou sal de cozinha como emético (para induzir vômito);
7. Carvão ativado como antídoto contra venenos (chame o veterinário);
8. Um laxante suave (como leite de magnésia).

Acidentes Sérios

  • Chame seu veterinário
  • Não movimente o filhote Se o filhote precisa ser movimentado, não o levante em seus braços, mas transfira-o para um cobertor ou outro objeto firme, que possa ser usado como maca e levado com a menor vibração possível.
  • Tente estancar a hemorragia;
  • Mantenha-o aquecido e quieto.
  • Amarre a boca do animal, fechando-a, se necessário. Se os filhotes estão sofrendo uma dor muito intensa, podendo começar a morder como sinal de pânico. para evitar ser mordido ao medicar o filhote ou prestar os primeiros socorros, dê uma laçada com uma tira de pano ao redor do focinho, cruze por baixo e amarre atrás das orelhas. O filhote não será capaz de retirá-lo, ao passo que uma tira amarrada apenas em volta do focinho pode sair facilmente. Tenha cuidado de tirar esta mordaça o mais rapidamente possível, pois os cães precisam respirar com a boca aberta - é o seu meio de transpirar.
  • Em caso de vômito, retire a mordaça imediatamente.

Hemorragia externa - a hemorragia profusa, que pode ser arterial, é perigosa. Aplique compressas ou ataduras diretamente sobre o ferimento, mantendo-as até que você possa entrar em contato com o veterinário.

Envenenamento - se você estiver razoavelmente seguro, de que seu filhote ingeriu veneno (os sintomas são: dor, vômitos, tremores, salivação intensa, até convulsões) tome providências imediatamente. Chame o veterinário, para que lhe dê conselhos sobre tratamento caseiro, ou leve o animal imediatamente ao hospital.

Queimaduras - aplique o medicamento recomendado (prescrito pelo veterinário). As queimaduras por ácido devem ser lavadas primeiramente com uma colher de sopa de bicarbonato de sódio misturada com meio litro de água. Em casos de queimaduras sérias - chame o veterinário.

Choque - este estado perigoso pode ser causado por lesões ou trauma e requer ação imediata. (Os sintomas são prestação, olhos vítreos, corpo frio, pulso fraco e respiração superficial.) Cubra o filhote com um cobertor e use uma bolsa de água quente. Assegure-se, de que a sua cabeça está mais baixa do que o corpo. Passe um frasco de amoníaco aberto próximo às suas narinas, rapidamente. Chame o veterinário para obter novas instruções.

Picadas de insetos - são problemas pequenos, na maioria dos casos, sendo suficiente a utilização de um ungüento, que elimine a dor ou compressas com bicarbonato de sódio. Uma boa medida de emergência é cobrir a picada com barro. Contudo, se ocorrer uma grave reação alérgica, ou se o filhote entrar em choque, siga o tratamento indicado acima e consulte o veterinário.

Gambá - (encontrado principalmente no Norte do Brasil) - quando o filhote encontra com um gambá, o cheiro deste pode ser uma experiência desagradável, tanto para você, quanto para o seu cãozinho. Usar um desodorante para o ambiente é a única solução. Ainda é recomendado o velho remédio: suco de tomate. Dê um banho no filhote com o suco ou com uma esponja embebida, esfregue-o até o "cheiro de gambá" desapareça. (Tenha cuidado com o resfriamento). Uma vaporizada muito forte nos olhos pode causar cegueira temporária. Lave os olhos do filhote com água boricada. se encontrar maiores problemas, leve-o ao veterinário.

Prostração pelo calor - é muito triste que esta situação ocorra, porque ela geralmente decorre da ignorância dos proprietários dos animais de estimação, ao permitirem que seus cães fiquem com calor a este ponto. Ao sentir calor, lembre-se de que seu cão também sente. Assim nunca deixe o filhote no carro fechado, durante o verão, e quando ele for deixado do lado de fora, veja se há sombra por perto, ao alcance dele. Contudo, se a prostração pelo calor vier a ocorrer, os sintomas são: dificuldade em respirar, resfolegar audível, fraqueza até inconsciência. Tente fazer com que a temperatura do filhote baixe rapidamente, molhando-o com uma esponja umedecida em água fria, num lugar com sombra. Você também pode usar amoníaco, passando rapidamente o franco aberto sob suas narinas. Chame o veterinário, mas lembre-se, de que a prostração pelo calor pode ser totalmente evitada, se você proteger o filhote de modo adequado.



Fonte: http://www.saudeanimal.com.br

domingo, 30 de outubro de 2011

Como Ensinar seu Filhote a Fazer Xixi e Cocô no Local Certo

A palavra de ordem é PACIÊNCIA!

Persistência também é importante. Afinal, somos nós que ensinamos o que nossos filhotes devem ou não fazer.

Outra arma poderosa é o conhecimento. Saber como os cães “funcionam”, ajuda muito.

Em geral, os filhotes conseguem “segurar” a vontade de urinar por aproximadamente o mesmo número de horas que a idade deles, em meses. Isto é, um filhote de 2 meses é capaz de se segurar por 2 horas. Sabendo disso, não devemos deixar um filhote sem acesso ao local apropriado por mais tempo que isso.

Os cães também costumam defecar e urinar logo após comerem e/ou beberem água. Mas não gostam de se aliviar próximo ao bebedouro e comedouro, no local que eles dormem, nem em um ambiente sujo.

Então o melhor a fazer é se programar.

  • Escolha o local adequado (de preferência com o piso facilmente higienizável – azulejo, cerâmica)
  • Coloque uma “fralda higiênica” (a venda nas pet shops) ou jornal sempre no mesmo lugar (ajuda bastante molhar este jornal ou fralda numa urina anterior para orientar o filhote pelo olfato)
  • Leve seu filhote para esta área após as refeições ou após ele beber água (alguns filhotes demoram de 10 a 15 minutos para defecar/urinar), nos intervalos que ele é capaz de se segurar (ex: 3 meses-3/3 horas) e também entre uma atividade e outra (ex: após uma soneca, depois de muita brincadeira)
  • Deixe-o confinado ou fique por perto, vigiando
  • Use uma palavra-chave para designar o momento de urinar/defecar (xixi/cocô/faz, faz)
  • Tenha por perto algum petisco canino para recompensá-lo imediatamente após ele defecar/urinar
  • Faça uma grande “festa” e ofereça um premio quando ele acertar o local determinado

E quando acontecer um “acidente”? Como agir?
  • Durante a aprendizagem, nunca brigue com seu cão, ele não deve associar nenhuma sensação desagradável ao ato de urinar ou defecar
  • Se você pegar seu filhote no flagra, faça um barulho estranho (bater palmas, por ex.) para interromper o ato e leve-o para o local adequado – recompense-o se ele continuar a urinar na área certa
  • Ao encontrar um xixi ou cocô no local errado, tenha paciencia e limpe o ambiente, não confunda seu cão com uma bronca que ele não associará a urina de 2 horas atrás
  • Limpe muito bem a área, usando um produto que realmente limpe e não só disfarce o cheiro de urina

Você também pode evitar acidentes observando o seu filhote.

Eles costumam cheirar o chão, rodar e se posicionar antes de defecar ou urinar. Interrompa! Leve-o rapidamente para o local determinado.

Não deixe seu filhote por mais tempo que ele é capaz de se segurar sem acesso ao local determinado. É exigir demais dele.

Usualmente, 1 a 3 semanas são suficientes para ensinar um jovem cão. Se você está ensinando a mais tempo e ele ainda não aprendeu, provavelmente está fazendo de maneira inadequada.

Quanto mais dedicação, mais rápido ele aprenderá. Depende de você e sua família.

Após o 4º mês de vida, a maioria dos cães já pode passear na rua e defecar e urinar fora de casa. Eles tendem a ter este interesse para deixar sua marca para outros animais. SÓ NÃO ESQUEÇA DE RECOLHER AS FEZES DELE!

Existem outros motivos para os cães (nem sempre filhotes) urinarem e/ou defecarem pela casa. Medo, ansiedade, excitação e até mesmo carência (eles fazem para chamar atenção).

Animais idosos também podem diminuir a capacidade de segurar a urina e de acertar o local adequado. Converse com seu veterinário e até considere a possibilidade de usar fralda, se os acidentes forem diários.


Fonte: http://www.bichosaudavel.com

sexta-feira, 28 de outubro de 2011

Como matar os carrapatos?

A infestação por carrapatos no cão, além de provocar um incômodo muito grande ao animal pela coceira que provoca (reação alérgica), pode causar anemia e transmitir doenças como a Babesiose e a Erlichiose. A anemia no cão pode ocorrer nas grandes infestações, uma vez que o carrapato se alimenta do sangue do animal. Mas não é necessária uma grande quantidade de carrapatos para que a Babesiose ou a Anaplasmose sejam transmitidas.

Às vezes, um ou dois carrapatos que estejam carregando formas infectantes dos protozoários causadores dessas enfermidades são o bastante para que o cão contraia uma dessas doenças.

Assim, o controle do carrapato deve ser constante e qualquer sinal de apatia, febre, falta de apetite e mucosas (gengivas ou conjuntiva) pálidas em cães que costumam ter carrapatos, é motivo de uma visita ao veterinário e um exame de sangue, para detecção da Babesia ou da Erlichia. Elas são tratáveis quando diagnosticadas a tempo.

Mas o que fazer para evitar que o cão pegue carrapatos?

Infelizmente, não há nenhum esquema de tratamento preventivo. Se o cão freqüenta áreas infestadas por carrapatos, ele certamente irá pegá-los. Regiões com vegetação em sítios ou fazendas, são os lugares mais comuns. Porém, existem muitos casos de pessoas que tem problemas com carrapatos dentro de seus canis ou quintais e até em apartamentos. Às vezes, num passeio a uma praça ou parque, o cão pode se infestar.

E como combater o carrapato?

Assim como as pulgas, o carrapato não é um problema só do animal, mas sim do ambiente. O carrapato, em todos os seus estágios de vida (desde larva até adulto), é muito resistente. Combater o carrapato é difícil. Você pode eliminá-lo do cão facilmente com banhos carrapaticidas, porém, o inimigo que você não vê, ou seja, os ovos e larvas, estão no ambiente e nele sobrevivem durante meses. Muitos são os casos de proprietários que vivem combatendo o carrapato no cão, mas nunca conseguem exterminá-lo por completo.

Um outro detalhe é que os carrapatos colocam seus ovos na vegetação e também em frestas das paredes e piso. Dessa forma, todos esses lugares têm que ser tratados e não somente os cães. Quem tem na vizinhança terrenos com mato, criação de animais como cavalos e gado, pode sofrer com os carrapatos, pois esses parasitas são capazes de escalar altos muros em busca de alimento. Se isso estiver ocorrendo, é preciso controlar a infestação também na parte externa.

Um combate eficaz ao carrapato inclui:

No animal:

banhos carrapaticidas. Quando a infestação é grande, repetir os banhos a cada 15 dias;
animais de pêlos longos devem ser tosados no verão, época em que o calor e umidade fazem com que a incidência de carrapatos aumente muito;
produtos carrapaticidas de longa duração, em gotas para aplicação tópica (local) ou spray, podem ser aplicados, a critério do veterinário.

No ambiente:

uso de carrapaticidas: aplicar nos canis, casinha dos cães, em plantas e canteiros, atentando para frestas nas paredes ou pisos e ralos. O forro da casa não deve ser esquecido. Repetir o tratamento a cada 15 dias;
em canis de alvenaria, o uso da "vassoura de fogo" é muito eficaz. O calor irá destruir todos os estágios do carrapato. Repetir o tratamento a cada 15 dias; uma opção caseira são aparelhos com jato de vapor d'água fervendo;
se possível, fechar todas as frestas existentes nos canis ou paredes dos quintais, assim como no piso;
mude de produto a cada 2 ou 3 aplicações, para que o carrapato não desenvolva resistência e o tratamento passe a ser ineficaz.

Importante:

filhotes, fêmeas gestantes e gatos não devem ser banhados com produtos carrapaticidas;
CONSULTE O VETERINÁRIO antes de usar qualquer produto;
banhos carrapaticidas devem ser dados com o cuidado de não permitir ao animal lamber o produto durante o banho. A ingestão pode causar intoxicação grave;
animais com ferimentos abertos (feridas ou queimaduras) não devem ser tratados;
existem carrapaticidas para uso em cães, porém, muitas vezes são recomendados produtos de uso em bovinos e cavalos. AS DOSAGENS SÃO DIFERENTES. Consulte o seu veterinário antes de usar esses produtos;
retire os animais do ambiente que irá receber o tratamento contra carrapatos até que o produto usado seque completamente.

O combate ao carrapato deve ser intensivo e durante um longo período de tempo. Nos meses mais quentes, a infestação pode voltar e os cuidados devem ser redobrados. Nas áreas em que há carrapatos em qualquer época do ano, o tratamento deve ser constante.


Fonte: http://www.webanimal.com.br

Como acabar com as pulgas?

É muito raro encontrar um animal que ainda não tenha tido pulgas. E como é difícil acabar com elas... As pulgas se reproduzem com uma velocidade e facilidade incríveis e, se a infestação não for combatida logo no início, o problema toma proporções assustadoras. Isso sem contar com as doenças causadas pelas pulgas. Para combatermos essa praga doméstica, temos que entender bem como elas vivem e se reproduzem.

Sem esse conhecimento, há pessoas que chegam a intoxicar seu cão ou gato com produtos inseticidas, mas as pulgas continuam vivas.

E como um cão que pega uma pulga na rua pode chegar a ter "1 milhão" delas em pouco tempo?

Os cães se infestam de pulgas nas ruas. Mas esta, normalmente, é uma infestação pequena. Essas pulgas são levadas para casa e lá elas vão encontrar muitos locais para fazer a desova (postura dos ovos). É importante saber que as pulgas põem seus ovos no ambiente e é este o responsável pelas grandes infestações de pulgas nos animais. A pulga apenas se alimenta no cão ou gato sugando seu sangue. No ambiente, ela coloca ovos que podem permanecer viáveis por até um ano! Na presença de calor e umidade (nas estações mais quentes, principalmente) esses ovos eclodem, viram larvas que se alimentam de poeira e detritos; as larvas transformam-se em adultos que atacam os animais em busca de alimento. Assim, o pobre animal é apenas o culpado "indireto" por uma grande infestação de pulgas. Seu erro foi trazer a pulga para casa. O ambiente é o responsável por "produzir" milhares de pulgas que tiram o sossego dos animais de estimação e de seus donos.

Sabendo disso, devemos entender que tratar apenas o animal (cão ou gato) numa grande infestação é um erro. Você vai matar algumas pulgas. A maior quantidade delas está nas frestas do piso, pilhas de papéis, tapetes e carpetes, na forma de ovos, larvas ou pulgas adultas.

Mas como a casa ficou infestada de pulgas e eu não senti nenhuma picada?

A pulga é espécie-específica, ou seja, existem pulgas que atacam humanos e outras que picam animais. A pulga de cães e gatos não vai atacar as pessoas enquanto ela tiver disponível uma fonte de alimento. Assim, quem sofre é o animal. E o processo é tão rápido que quando você observa mais atentamente seu amigão por ele estar se coçando muito, dezenas de pulgas já podem ser vistas, principalmente na região do abdômen (barriga) e em volta do ânus e cauda. Grandes infestações de pulga no ambiente fazem com que elas, na ausência de alimento suficiente, passem a picar também as pessoas da casa.

Resumindo, como as pulgas só atacam os animais, o problema passa desapercebido e, quando é descoberto, já tomou grandes proporções com a infestação do ambiente.

E como eu vou acabar com essa "praga"?

Já vimos que o problema não é apenas o cão. Para avaliarmos a extensão da infestação, faça um teste simples. Dê um banho antipulgas no seu animal e procure certificar-se que foram mortas todas as pulgas. Após secá-lo bem, solte-o na casa, mas não o leve para a rua. Uma hora mais tarde, verifique se o seu cão está com pulgas. Considere:
- nenhuma, uma ou duas pulgas foram encontradas: seu cão tinha uma pequena infestação e, provavelmente, pegou num passeio. Neste caso, o ambiente ainda não está infestado.

- várias pulgas foram encontradas: sua casa possui um ou mais focos de pulga. O ambiente tem que ser tratado, assim como o cão.

Sabendo agora o nível de infestação do cão e da casa, tomamos as medidas necessárias:
Na casa: dedetização, 2 aplicações com intervalos de 3 a 4 semanas, ou uso semanal, no ambiente, de produtos anti-pulgas da linha veterinária (consulte o seu veterinário), até acabar com a infestação. No caso de optar por uma empresa que faça a dedetização, procure retirar o animal do local por 48 horas, no mínimo.
No cão: banhos anti-pulga semanais e aplicação de produtos anti-pulga tópicos de longa duração, a critério do seu veterinário.

Importante:

nunca aplique em seu animal produtos que são utilizados na casa contra insetos e baratas;
filhotes, fêmeas gestantes e gatos, não devem ser banhados com produtos inseticidas;
CONSULTE O VETERINÁRIO antes de usar qualquer produto anti-pulgas;
banhos anti-pulgas devem ser dados com o cuidado do animal não lamber o produto durante o banho. O mesmo para o uso de talcos. A ingestão do produto pode causar intoxicação;
animais com ferimentos abertos (feridas ou queimaduras) não devem ser tratados com produtos anti-pulgas tópicos (para passar, banhar ou aspergir).

É possível prevenir a infestação por pulgas?

O controle da infestação por pulgas se faz através de medidas simples:

  • banhos antipulgas freqüentes (quando for possível);
  • uso de produtos anti-pulgas de longa duração em gotas para aplicar topicamente, spray ou por via oral (comprimidos);
  • deve-se evitar o uso do carpete em casas que têm animais. Pisos "frios" e bem rejuntados, sem frestas, evitam a proliferação das pulgas;
  • usar produtos antipulgas nas casinhas dos cães periodicamente. Tapetes ou cobertores de uso dos animais devem ser lavados com freqüência;
  • tosar os animais nas épocas mais quentes, para se controlar melhor as pulgas e facilitar os banhos;
  • alguns locais como praças, canteiros e jardins, podem ter focos de pulgas, por serem freqüentados por muitos animais. Se você perceber que o cão volta se coçando dos passeios, evite esses locais.

Sempre que seu animal tiver uma infestação de pulgas, você deve consultar o seu veterinário para que ele prescreva um vermífugo. As pulgas podem transmitir vermes e causar anemia, além de perturbar e até mudar, temporariamente, o comportamento do seu animal, que vai ficar mais irritado, impaciente e exausto de tanto se coçar. Alguns cães chegam até a se mutilar, causando ferimentos graves pela coceira, além de poder causar doenças.

Não espere seu cão ter pulgas, comece a combatê-las desde já!

Fonte:http://www.webanimal.com.br

Chegando em casa...

O filhote irá sofrer um grande estresse pela separação da mãe e mudança de ambiente. O mesmo acontece com cães adultos que mudam de casa ou dono. Escolha o local definitivo onde o cãozinho irá ficar e ali coloque uma caminha, recipientes para água e comida, e alguns brinquedos. Seja paciente, que aos poucos ele aprende as regras da casa. Dê atenção e carinho para diminuir o estresse. Mas sem exageros.

Nas primeiras noites ele certamente irá chorar, uivar e arranhar a porta 'clamando' por companhia. Coitados dos vizinhos... Não ceda, deixe-o chorar e repreenda-o uma só vez, depois não apareça mais por lá. Pode parecer cruel, mas se você deixar o filhote dormir em seu quarto ou ficar com ele no colo nas primeiras noites, você estará trilhando um caminho errado.

Seu cão se tornará dependente de companhia e, toda vez você tiver que sair, ele não aceitará ficar sozinho em casa, e fará um escândalo. Aí o choro, o latido e o uivo serão para a vida toda.

O grande dilema: "como ensinar o filhote a fazer xixi e cocô no lugar certo?". É muito fácil de resolver. Clique aqui e veja como fazer.

Impondo regras desde o início, em poucos dias ele se acostumará a dormir sozinho. Procure oferecer a mesma alimentação que ele comia no canil, e se quiser mudá-la, faça-o gradativamente. Passado o primeiro dia, é hora de levá-lo ao veterinário para um exame completo e demais orientações.

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Cuidados para evitar viroses nos animais

Existem vários vírus que acometem os cães e gatos, e são eles os responsáveis por quase 80% das mortes em filhotes. Não apenas os filhotes, mas os adultos, embora mais resistentes, também podem adoecer. Alguns proprietários por falta de informação ou por esquecerem alguns detalhes que parecem de pouca importância, sem querer, submetem seus animais a situações de risco. Veja abaixo dicas importantes para assegurar a saúde do seu amigo.

  • Nenhum filhote deve sair à rua ou ter contato com outros animais antes de completar a vacinação.
  • Apenas uma ou duas doses de vacina não são suficientes para imunizar o animal. Ele só estará protegido após tomar todas as doses necessárias.
  • Após ter tomado a última dose de vacina, o animal deverá aguardar um período de 15 dias antes de sair à rua ou ir para um hotelzinho. Esse período é necessário para que o cão ou gato produza defesas (anticorpos) suficientes para a sua proteção.
  • Quando for vacinar seu filhote em uma clínica veterinária, não coloque-o no chão ou deixe que ele cheire outros animais da mesma espécie.
  • Nunca atrase a vacinação anual do seu animal. Se não puder vaciná-lo na data, prefira vaciná-lo antes do vencimento.
  • Desconsidere atestados de vacina emitidos por canis/gatis quando não constarem a assinatura e o carimbo do médico veterinário ao lado do selo da vacina. No caso de filhotes, recomece a vacinação desde a primeira dose.
  • Alguns criadores, por excesso de zelo ou desconhecimento, aplicam a primeira dose da vacina em animais muito jovens. Dependendo da vacina, ela não trará benefício algum, nem irá conferir proteção. O ideal é iniciar a vacinação a partir de 45 dias de idade ou a critério do veterinário.
  • Funcionários de pet shops não estão autorizados a aplicar vacinas em animais. Além de você não saber a procedência da vacina e como ela foi conservada, só o médico veterinário poderá analisar se o seu animal está em condições ideais para ser vacinado. A vacina comprada em lojas pode ser mais barata, mas as conseqüências da má aplicação ou falha vacinal irá custar muito caro para o dono do animal.
  • Cães e gatos não podem ser vacinados se estiverem no cio, gestantes, com febre, debilitados, com diarréia ou com vermes. Animais que receberem a vacina nessas condições podem não produzir defesas suficientes para sua total proteção.
  • Nunca coloque um animal, principalmente um filhote, num ambiente que foi freqüentado por outro que adoeceu e/ou morreu com alguma virose. Os vírus resistem por mais de 1 ano no ambiente. A desinfecção não garante total eliminação do vírus. Se você teve um cão que morreu de parvovirose ou cinomose, além de desinfetar o ambiente com cloro, deve aguardar no mínimo 1 ano para colocar outro cão na mesma residência.
  • Sempre que adotar um animal de um abrigo ou recolhê-lo das ruas, procure aguardar 15 dias antes de colocá-lo junto com o outro animal da casa. Após esse período, se o novo cão ou gato não apresentar vômitos, diarréia ou apatia, você terá certeza que ele não estava incubando uma virose.
  • Filhotinhos adquiridos de canis/gatis devem ter uma "garantia", em contrato, de 10 a 15 dias contra viroses. Isso significa que, se for constatada uma virose no cão ou gato dentro período, o estabelecimento deverá se responsabilizar pelo animal. Claro que o proprietário do filhote deve assegurar que ele não saia à rua ou tenha contato com outros animais. Veja: modelo de contrato
  • Não hospede seu animal em hotéis que não exigem a carteira de vacinação comprovando que o cão ou gato está com a imunização em dia.
  • Mesmo com todas as vacinas em dia, não deixe seu cão/gato ter contato com animais sabidamente doentes por viroses. Nenhum laboratório garante 100% de eficácia da vacinação, pois a resposta de cada organismo é diferente. Vacinado, ele está garantido, porém, uma porcentagem muito pequena dos animais pode não produzir defesas suficientes contra os vírus.
  • Nos dias posteriores à vacinação você pode banhar seu animal, exceto se estiver muito frio. Não deixe que ele tome chuva e fique molhado, principalmente no inverno. Qualquer queda de resistência do organismo pode interferir no efeito da vacina.
  • Jamais deixe de vacinar seu cão/gato porque ele nunca sai de casa ou vive em apartamento. Não é impossível você levar os vírus para dentro de sua casa através dos sapatos. Se a carga for grande o suficiente ou seu cão estiver debilitado, ele pode adoecer.
Fonte: http://www.webanimal.com.br

Vacinação

É, sem dúvida, o cuidado mais importante tanto para o filhote como para o cão adulto. Os animais devem ser imunizados antes de começarem a freqüentar as ruas. Existem muitas doenças virais que podem acometer os cães e são causadoras de um grande número de mortes, principalmente nos filhotes. Para ser vacinado, o animal deve estar saudável, sem frebre ou diarréia, e previamente vermifugado.


Se isso não for observado, pode ocorrer falha vacinal, ou seja, o organismo não responder plenamente à vacinação.

As vacinas que seu cão deve receber e intervalos entre as doses devem ficar a critério do veterinário que irá cuidar de seu animal. As vacinas múltipla (V8 ou V10) e anti-rábica são obrigatórias em qualquer esquema de vacinação. Abaixo, um calendário para a vacinação de filhotes, com as vacinas existentes no mercado:


CÃES:

vacinas - múltipla (V8, V10 ou similar), tosse dos canis, anti-rábica e giardíase

45 a 60 dias:

  • 1a. dose vacina múltipla*
  • 1a. dose vacina contra Giardia
  • vacina contra a Tosse dos canis
21 dias após a 1a. dose: 2a. dose vacina múltipla

  • 2a. dose vacina contra Giardia
  • 21 dias após a 2a. dose: 3a. dose vacina múltipla

A partir de 4 meses de idade:

  • anti-rábica


* cinomose, hepatite, parvovirose, 4 tipos de leptospirose, coronavirose, parainfluenza, laringotraqueíte

Cães adultos que nunca foram vacinados ou filhotes que já passaram da época de vacinação devem receber 2 doses de vacina múltipla (intervalo de 21 dias entre elas) e 1 dose de vacina anti-rábica. Isso também vale para cães de procedência desconhecida, quando não se tem conhecimento ou certeza sobre o histórico de vacinação.

Além dessas vacinas, existe a imunização contra a leishmaniose ou calazar, uma importante zoonose (doença que pode ser transmitida ao homem pelo animal). Essa vacina é aplicada em regiões onde a doença é comum e deve ser antecedida de exames para detectar se o cão já tem a doença.

Não se deve vacinar filhotes com menos de 45 dias de idade, a menos que a cadela nunca tenha sido vacinada, pois as vacinas podem ser inativadas pelos anticorpos passados da mãe para a cria.

Fonte: http://www.webanimal.com.br

Desmame

Assim que nascem, os filhotes já são capazes de encontrar as tetas da mãe e iniciam a amamentação. Nas primeiras horas de vida, o filhote ingere e é capaz de absorver o colostro, um leite rico em anticorpos que são transferidos da mãe para a cria. É importante que os filhotes sejam amamentados pela mãe nas primeiras horas de vida. Nos próximos 25 a 30 dias, o filhotinho se alimentará exclusivamente do leite materno, salvo nos casos em que a mãe não tenha leite suficiente para a ninhada.


Podemos desconfiar de falta de leite materno quando os filhotes choram com frequência. Nesse caso, a amamentação com leite substituto é indicada. Existem leites substitutos industrializados para cães e gatos. Na falta dele, o veterinário poderá indicar uma receita caseira que será dada a cada três horas com mamadeira.

A partir de 30 dias, devemos começar o desmame, ou seja, introduzir algum tipo de alimentação para que o filhote deixe de mamar na mãe. Nessa idade, os filhotes já estão andando e os dentinhos já estão começando a nascer. A mãe sente desconforto ao amamentar os filhotes e, naturalmente, passa a ficar mais distante deles.

O desmame pode ser feito introduzindo-se uma papinha de desmame industrializada ou mesmo uma ração para filhotes amolecida com leite morno, 1 vez ao dia. No início, os filhotes entrarão no prato de comida e farão uma bagunça. Para ajudá-los a compreender que "aquilo" não é para se lambuzar e sim para comer, molhe o dedo na papa e deixe que o filhote cheire e lamba. Inicialmente ele pode rejeitar completamente, mas aos poucos irá se acostumar com o novo sabor. Aumente a frequência da papinha para duas, três e depois 4 vezes ao dia, até que a ninhada complete 45 dias de vida. Nos intervalos entre as papinhas, os filhotes deverão mamar na mãe, com uma frequência cada vez menor.

Quanto a cadela ou gata estiverem amamentando e na fase de desmame, JAMAIS retire todos os filhotes de uma vez. Não tendo a cria para mamar, o leite acumulado "empedrará" causando inflamação, febre, perda de apetite e muita dor (mastite ou mamite).

Na fase de desmame, quando os filhotes já estiverem com 40 dias, e se alimentando com a papinha, podemos ajudar a secar o leite da fêmea diminuindo a comida e a água por 3 a 4 dias. Isso só deve ser feito sob a supervisão de um veterinário. Da mesma forma, medicamentos para secar o leite só devem ser administrados se o veterinário achar necessário.

Aos 45 dias de idade, nunca antes dos 40 dias, os filhotes podem ser afastados da mãe. Mas lembre-se, nunca retire todos os filhotes de uma vez. Faça-o ao longo de 3 ou 4 dias para que a fêmea não fique desesperada procurando a cria ou corra o risco de desenvolver uma mastite.


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Cuidados com o filhote recém-nascido.

Em cães, neonato é considerado um filhote desde o período do nascimento até completar 15 dias de idade. O nascimento de neonatos vivos e viáveis está intimamente relacionado a fatores como a escolha de reprodutores saudáveis, antes do cruzamento desejado, cuidados com a fêmea durante a gestação, acompanhamento correto no momento do parto e observação clínica dos filhotes imediatamente após o parto e durante o período de amamentação.

Uma vez atingindo a idade gestacional adequada, o filhote já deve estar totalmente formado e pronto para ser liberado ao meio exterior, no momento do parto. Deve-se preparar o local onde os neonatos vão ficar antes mesmo da data provável do parto. O ambiente deve ser seguro, tranqüilo, com temperatura ideal e que dê conforto tanto para a mãe como para os filhotes. Pode-se ter uma caixa maternidade para este fim.

O acompanhamento do parto é de suma importância para que os neonatos não sofram injúrias e consigam nascer bem. Caso o parto seja cirúrgico, via cesariana, a melhor opção é a utilização de anestésicos voláteis (isoflurano) ou anestesia epidural. Com isto, os filhotes têm uma chance mínima de depressão respiratória.

Imediatamente após o nascimento eles devem ser massageados na região torácica para estimular a respiração e circulação, o que pode ser feito friccionando esta região, em sentido contrário ao pelo, com o auxílio de toalhas secas. Esta manobra também secará o neonato dos líquidos dos anexos placentários ainda existentes.

Deve-se verificar a presença de líquido nas cavidades oral e nasal e aspirar. Caso exista um neonato com dificuldade em respirar pode-se aplicar oxigenioterapia. Após este procedimento, deve-se observar caso algum deles tenha defeitos ou alterações anatômicas visíveis. Agora eles estão prontos para o início do contato com a mãe e a primeira mamada.

O neonato deve ser colocado ao lado da mãe e conduzido ao teto para mamar. Observar sempre o comportamento da mãe em aceitar e cuidar dos neonatos ou não.

É extremamente importante que os neonatos sejam pesados diariamente. Nas primeiras 24 horas de vida, o filhote perde em torno de 10% do seu peso ao nascimento. Depois deve ganhar ao redor de 10% do peso (do dia do nascimento) ao dia. Uma parada ou perda de peso sempre indicam que alguma alteração pode estar ocorrendo.

Caso a mãe não possa alimentar o filhote, seja por rejeição, agalactia (falta de leite) ou infecção no leite, eles devem ser aleitados artificialmente. Eles devem ser mantidos em temperatura ideal. Para tal, a utilização de ambientes aquecidos e colchões térmicos são recomendáveis.

Filhotes que choram e se isolam dos outros devem ser observados. Nesses casos, ou estão hipoglicêmicos (falta de alimentação adequada), com hipotermia ou com a presença de alteração sistêmica. A tríade hipoglicemia (diminuição nos níveis de glicose), hipotermia (temperatura abaixo do normal) e desidratação é a maior causa de mortalidade neonatal em cãezinhos. Cada um desses fatores é relacionado ao outro.

É importante verificar se a mãe promove, com lambeduras na região perianal e genital, após a mamada, a estimulação para que o neonato urine e defeque. Caso isto não ocorra, deve-se estimulá-los passando nesta região um algodão umedecido com água morna.

A presença de sintomas de diarréia, secreção ocular e/ou nasal e desidratação devem ser imediatamente observadas, pois os neonatos são muito susceptíveis a infecções virais, como herpevírus, bacterianas, na maioria dos casos por E. coli e parasitoses.

O herpevírus é adquirido durante a gestação, proveniente de uma mãe infectada. As infecções bacterianas são provenientes pelo leite (síndrome do leite tóxico) ou contaminação do meio ambiente que eles vivem. As parasitoses podem ser adquiridas ainda em período fetal ou após o nascimento. As más formações congênitas ou hereditárias devem ser criteriosamente analisadas no que tange à viabilidade futura de vida do neonato.

Outro fator a ser observado é a ação farmacológica de medicamentos a serem utilizados nos neonatos quanto à sua qualidade, posologia (dosagem) e via de administração. Muitas vezes diferem da necessidade do cão adulto.

Ao final deste período de quinze dias, os filhotes devem estar espertos, se movimentando, com os olhos abertos e crescendo dentro dos padrões normais. Para finalizar, além de todo conhecimento clínico que o médico veterinário deve possuir para diagnosticar e tratar alterações dos neonatos, é primordial que exista uma pessoa experiente, observadora e paciente para cuidar dos neonatos. Muitas ninhadas são perdidas por manejo inadequado dos filhotes.


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