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DICAS ANIMAIS

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quarta-feira, 5 de junho de 2013

Como cortar as unhas



É importante começar a cortar as unhas do seu cão desde cedo, para que ele se acostume a ser manuseado e a ficar quieto na hora de cortá-las. Portanto, aconselho você fingir que está cortando as unhas do seu cachorro quando ele tiver de 2 meses em diante, assim ele já vai se acostumando com a ideia.

Cães que vivem em apartamento normalmente precisam cortar as unhas mais vezes do que cães que passam boa parte do dia no quintal. Isso porque o cimento vai lixando naturalmente as unhas dos cães, sendo dispensável o corte com o alicate.

Bem, se você precisa cortar as unhas do seu cão e não quer depender do petshop ou do veterinário pra fazer isso, vamos dar as dicas que você precisa para as unhas do seu cachorro não sangrarem. Lembrando que se você cortar a veia que fica por dentro da unha, seu cão vai sentir muita dor e vai sangrar bastante. Por isso, todo cuidado é pouco.

Cortar as unhas é fundamental porque evita que as unhas do cão fiquem presas em pisos, tapetes e carpetes, o que pode gerar encravamento, sangramento e até a remoção da unha presa, gerando forte dor. Além disso, quando a unha cresce demais e começa a envergar, além de doer, isso prejudica a postura do cão, que passa a andar com dor e de maneira a tentar evitar que as unhas encostem no chão.

Vamos ao trabalho!

Primeiro você vai precisar de:
- petiscos
- alicate para unhas de cães
- lixa
- pó hemostático (para estancar o sangue) ou amido de milho



1. Aproveite um momento em que seu cão esteja calmo e tranquilo, depois de uma soneca, por exemplo. Assim ele ficará menos reativo.

2. Não brigue com ele enquanto corta as unhas, pois ele precisa associar esse momento com algo positivo.

3. Quando ele estiver calmo, dê petiscos a ele. Cada vez que você cortar uma ou duas unhas e ele demonstrar calma e tranquilidade, continue parabenizando com uma voz suave, palavras carinhosas e petiscos.

4. Corte a pontinha da unha, tomando cuidado pra não chegar no sabugo/veia. Unhas pretas são mais difíceis de visualizar o sabugo, portanto, CUIDADO REDOBRADO. Corte somente a pontinha mesmo.

5. Se ficar descamando, pegue a lixa e iguale a unha.

6. Se sangrar, coloque o pó hemostático ou amido de milho no local até parar o sangramento.

7. Quando acabar, recompense seu cão, com bastante carinho e elogios.



Ângulo certinho que a unha deve ser cortada.


Assista o vídeo :



Fonte: www.tudosobrecachorros.com.br

Como saber se o cachorro está com dor de dente



Se seu cão estivesse com dor de dente, você saberia? Se a gengiva estiver enfraquecida e dolorida, você percebe? Provavelmente não. Saiba reconhecer os primeiros sinais de problemas dentários em cães e veja dicas sobre o que fazer para ajudar a manter em forma os dentes do seu amigo de quatro patas.





1. Entenda a boca do seu cão

Assim como as pessoas, os cães podem quebrar ou fraturar os dentes. E assim como nós, eles também podem sofrer da gengiva. Os cães têm cinco vezes mais chances de desenvolver problemas nas gengivas do que os humanos, por várias razões. Primeiro, os cães têm uma boca alcalina, o que ajuda na formação de placas. Segundo, diferente dos humanos, os cães não costumam escovar os dentes diariamente.

“A placa é feita de saliva, detritos de alimentos, células mortas da mucosa da boca, bactérias orais e seus subprodutos,” diz Colleen O’Morrow, DVM, membro da Academia de Odontologia Veterinária e dentista veterinário que atende Manitoba, Canada. “Como a placa engrossa pelo fato de não ser escovada diariamente, as bactérias se multiplicam.”

quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

Andando de carro

No automóvel, o cão sente-se normalmente como em casa. Para o animal, o motor que ronrona é sinônimo de perspectiva de passeio, ou de atividade em companhia do dono.

Quando se escolheu um cão de uma raça grande, terá que se estudar, num prazo mais ou menos longo, a mudança de carro. Realmente, quer se trate levá-lo a caçar ou à oficina de férias ou para um fim de semana, o cão deve ter o seu lugar no automóvel e não se pode enfiá-lo entre malas. Deve poder dormir e mover-se a vontade.

O automóvel tipo peruas é o que melhor se adapta, principalmente se vão transportar vários animais, caso frequente do criador que deve apresentar numerosos exemplares numa exposição. Os caçadores que vão caçar ou participar de um concurso com uma matilha de cães que não param de correr por todo o lado preferirão seguramente um reboque.

Em qualquer automóvel, o lugar do cão é na traseira. Alguns cães de tamanho pequeno colocam-se voluntariamente na traseira, que reconhecem como sua, o que facilita as coisas quando o espaço está cheio. Mas, cuidado! Neste lugar o sol incide muito forte e uma freada súbita (ou uma batida) podem ser dolorosamente sentidos pelo animal, que será projetado para a frente. O cão irriquieto deve, por seu lado ser separado do motorista por uma moldura ou rede de proteção. O mesmo acontece com os cães agitados, qualquer que seja o seu tamanho, mesmo os menores, que podem provocar autênticas catástrofes, especialmente se instalam-se no pedal do freio.

Alguns donos, em particular aqueles que preparam os cães para campeonatos ou concursos de trabalho, preferem acondicionar, na parte traseira do automóvel, uma caixa fechada que impede o animal de sair dali e cansar-se, ao tentar manter o equilíbrio ante as irregularidades da estrada: curvas, acelerações, freagens… As caixas de avião, tipo Vari Kennel, também obrigam o cão a ficar tranquilo, e por outro lado, devido à sua forma, proporcionam um espaço agradável e confortável.
Por razões óbvias, o cão não deve ir, nunca, no colo do motorista. Todo o automobilista que despreze esta norma elementar de segurança corre grave risco, em caso de acidente, de ver a sua companhia se seguros negar responsabilidades. Da mesma maneira, é punível do ponto de vista do Código levar um cão que impeça a visibilidade ou dificulte as manobras.

Tudo isso não deve servir para relegar o cão ao porta-malas do carro; neste espaço escuro e ruidoso, o cão separado do dono pode sentir-se mal ou entrar em pânico. Também não se deve levar o cão amarrado ao cinto de segurança, mesmo que esteja feito na medida para ele.

Cuidado com os golpes de calor

Todos os anos, numerosos cães morrem de um golpe de calor, em consequência, quase sempre, de uma estada prolongada (meia hora é o suficiente) em um carro deixado ao sol e onde não entra ar. A polícia, avisada pelos transeuntes, deve intervir, quebrando um vidro para salvar o animal. É preciso muita atenção principalmente se você tem um cão braquicefálico (sem focinho), que tem ainda mais dificuldade para respirar em clima quente.

Como reconhecer se seu cão está passando mal por causa do calor

Um cão ardente, num estado de semi-consciência, que se baba e cujas mucosas estão mais escuras do que é habitual deve ser socorrido imediatamente. Nestes casos, deve-se levá-lo, o mais rapidamente possível, a um lugar ventilado, respingá-lo abundantemente com água fria; se necessário, por-lhe uma bolsa de gelo na cabeça e levá-lo ao veterinário mais próximo.

Como evitar

Este tipo de acidente é muito fácil de evitar. Os problemas de estacionamento existem sim, mas um automóvel onde deve permanecer um animal deve ser deixado sempre num estacionamento que tenha sombra, e o proprietário deve estar ciente de que o sol roda no decorrer do dia e as sombras não são fixas. Também terá que deixar um pouco aberta uma janela. Um ventilador pode também ser ligado na bateria.



 Durante a viagem, não se deve deixar que o cão ponha a cabeça fora da janela. Ele corre o risco, se não for decapitado primeiro, de contrair uma otite, uma conjuntivite…


Retire a guia quando for entrar no carro

Outro acidente, também grave, se bem que menos conhecido, é o risco que o animal corre quando o dono, imprudente ou distraído, não lhe tira a correia. Ao mover-se, o animal enrola-se em alguma alavanca, por exemplo, e não conseguindo desenrolar-se, cada vez se mexe mais, e pode acabar estrangulado, principalmente se tiver uma coleira de castigo.

Cuidados na estrada

No decorrer de uma longa viagem, o cão, como os seus donos, necessita se reanimar e agradecerá uma parada no caminho a cada duas horas, aproximadamente. Mas, cuidado! Uma parada no acostamento de uma estrada ou de uma rodovia é apenas outro perigo. O animal, aterrorizado pelo ruído e desorientado pela novidade, pode fugir e atravessar a estrada. É necessário ter a precaução de colocar-lhe a correia antes mesmo de abrir a porta. Sempre que possível, não hesitar em deter-se numa área que permita ao cão brincar sem qualquer perigo.

As viagens em automóvel expõem o animal a desidratação, é necessário proporcionar-lhe água fresca. É igualmente necessário dar-lhe ar, mas não em excesso…em caso algum se deve deixar que o animal coloque a cabeça fora da janela aberta, recebendo os golpes de vento, com o que poderia chegar ao seu destino com uma conjuntivite, uma queratite, uma rinite ou uma otite…se não acabar decapitado por outro automóvel. Um último conselho: ensine o seu cão a viajar calado, pois não há nada que nos coloque mais nervosos que um cão que geme ou late durante o trajeto.

Como levar meu cão no carro?
Há diversas formas de proporcionar mais segurança, conforto e tranquilidade para o seu cachorro em um passeio de carro. Veja abaixo diversas opcões para proteger o seu cão.



Esta é uma forma confortável e segura para cães de pequeno porte, pois evita que ele se movimente durante movimentos bruscos do carro.
O cinto de segurança é útil para que o cão permaneça no lugar, mas não impede a movimentação em curvas sinuosas e outros movimentos do carro.
A peitoral proporciona um pouco mais de firmeza.

As gaiolas (podendo ser também caixas de transporte), são seguras, mas por estarem distantes dos donos, pode ser estressante para o animal, principalmente em viagens longas.





Fonte:www.tudosobrecachorros.com.br

Alimentos tóxicos para cães


“O que posso dar para o meu cachorro comer?” – Muitos já se fizeram essa pergunta. Parece ser fácil de responder, mas na verdade não é tão fácil assim. Os cães se alimentam de forma diferente e seu organismo funciona diferente dos seres humanos. Não é porque podemos comer algo que não nos faz mal que um cão também pode. Então é bom a gente aprender o que pode fazer mal antes de oferecer para o cão.

As comidas a seguir mostraram-se ser TÓXICAS para os cães. A quantidade suficiente pra fazer mal ao cão vai depender normalmente do tamanho do cão e de quanto ele ingeriu. Como fica difícil prever se seu cão é resistente ou não, a dica é: não dê esses alimentos ao seu cachorro.

Chocolate

Chocolate contém uma substância altamente tóxica para os cães, a Teobromina. Quanto mais escuro um chocolate é, mais Teobromina contém. Os sintomas de envenenamento aparecem quando o cão comeu acima de 45mg por peso; os cães podem falecer caso ingiram mais de 52mg por quilo. Uma vez que seu cão comeu o chocolate, não tem nenhum método ou antidoto que reverta a overdose de Teobromina.

Café, chá, mate e refrigerantes de cola

A cafeína em alta quantidade é tóxica para os cães. A cafeína costuma ser tóxica acima de 63mg por quilo de peso do cão.

Cebola e alho

A cebola e o alho contêm uma substância chamada dissulfeto de n-propil, que altera a hemoglobina, provocando a destruição de glóbulos vermelhos e causando anemia, icterícia e sangue na urina. Se não for tratado, pode ser fatal. Se for diagnosticado a tempo, essa intoxicação pode ser revertida com transfusão de sangue. Na dúvida, proteja a saúde do seu amigo e não dê.

Uva e uva-passa

Existem alguns casos reportados de cães que sofreram reações tóxicas ou morreram depois de ingerirem uma grande quantidade de uva ou uva-passa. A substância que causa essa intoxicação não foi identificada, mas causa um problema renal no cão.

Macadâmia

Raramente fatal, a ingestão de macadâmias pode causar sérios sintomas, incluindo vômito, tremores, dores abdominais, confusão mental e problema nas juntas.

Batata e pele de batata

Se a pele da batata ou a batata em si está verde, ela contém uma substância chamada solanina. Isso pode ser tóxico, mesmo em pequenas quantidades, então sempre descasque ou retire qualquer parte verde antes de dar ao seu cão.



Fonte: www.tudosobrecachorros.com.br

terça-feira, 4 de dezembro de 2012

6 dicas para seu cachorro ficar sozinho em casa



Aqui reunimos dicas para que seu cão não sofra tanto ao ficar sozinho em casa. Para entender o que é a Síndrome de Ansiedade de Separação e principalmente como diagnosticá-la em seu cachorro, leia o artigo da psicóloga Juliana Dias Pereira sobre o assunto.

Agora que você já sabe o que é a síndrome e como diagnosticá-la, vamos às dicas:

Atitudes importantes pro seu cachorro não sofrer

Você pode adotar hábitos para diminuir a ansiedade de separação quando seu cachorro vai ficar sozinho em casa durante muito tempo. Cães que não conseguem ficar sozinhos entram em depressão, procuram ocupar o tempo destruindo móveis e objetos e fazem besteiras pra chamar a atenção.

Se o cachorro ficar sozinho esporadicamente, ele não vai chegar a se acostumar mal com a sua ausência. As dicas deste post são para o caso de os donos trabalharem fora e o cachorro precisar se adaptar a uma rotina onde ele terá que permanecer sozinho durante um longo período.


Deixando o cachorro sozinho em casa

1 – NUNCA diga “tchau”, dê beijos, fale fininho… Isso significa (para ele) que existe alguma situação que está te incomodando, te fazendo sofrer. Consequentemente ele fica angustiado e poderá chorar, latir, se auto-mutilar, etc. Quando for sair, simplesmente vire as costas e saia. Sem despedidas, sem voltas (para dar uma “espiadinha”), sem dó. Quanto mais “normal” parecer a situação, mais rápido ele se acostuma a ela.

2 – Quando voltar espere um pouco para fazer “festinhas”. Caso abra a porta já passando a mão nele, fazendo carinho e pegando no colo, ele ficará te esperando todos os dias, muito ansioso por sua volta. Chegue em casa, troque de roupa, aja normalmente e só aí faça festinha pro seu cão. É tentador, mas você estará fazendo o melhor pra ele.

3 – Deixe brinquedos para mastigar, bolinhas e petiscos escondidos. Existem brinquedos inteligentes que fazem com que ele tenha o que fazer por algum tempo. Deixe dois ou três brinquedos “especiais” guardados. Esses brinquedos nunca ficarão a disposição dele o tempo todo. São brinquedos que você brinca com ele, estimula bastante e quando ele estiver doidinho pelo objeto, você guarda. Esses brinquedos servem também para ajudar nessas horas de solidão prolongada. Você também pode adaptar, pegar uma garrafa pet, colocar petiscos que ele adore dentro, vedar bem e fazer furos mínimos pela garrafa.

4 – Se puder, deixe uma camiseta sua com ele. Seu cheiro faz com que ele não se sinta tão sozinho.

5 – Cuidado com coisas como brinquedos que soltam partes, pelúcia, ossos, etc. Caso ele engasgue com um pedaço, você não estará perto para ajudar. Tire também fios e objetos quebráveis. Desligue equipamentos eletrônicos das tomadas para o caso dele mastigar. O ideal é que você delimite um espaço, assim você diminui os riscos de ele se machucar. Por exemplo, fechar as portas dos banheiros, quarto de hóspedes, enfim.
 
6 – Caso seja filhote, ele deve ficar preso em uma área restrita enquanto não estiver habituado com a nova casa, com a rotina de ficar sozinho e com as necessidades no jornal.





Otite Canina – Dor de ouvido


A otite é um processo inflamatório que envolve a porção externa do ouvido, sendo uma das doenças mais frequentes na clínica de pequenos animais e apresentando características peculiares: dificuldade na prevenção, no tratamento e na eliminação das causas que levam a reincidências.Embora algumas raças de gatos tenham predisposição à otite, sua incidência é muito mais comum em cães, uma vez que a anatomia do ouvido dos gatos é, comparativamente, menos favorável às infecções.

A maioria das raças de cães apresenta um canal auditivo bastante longo, quando comparado ao ouvido humano, o que as predispõe a infecções e dificulta o tratamento.

Cães com orelhas longas e pendulares, como os das raças Cocker Spaniel, Golden Retriever e Basset Hound, são mais predispostos a problemas de ouvidos do que outros cães, pois as orelhas pendulares obstruem a entrada de ar e a secagem adequada do canal auditivo. O resultado é um ambiente quente, úmido e escuro; com perfeitas condições de crescimento de microrganismos, como leveduras, fungos e bactérias.

As inflamações de ouvido podem ser causadas por vários fatores: parasitas, microrganismos, corpos estranhos, tumores e doenças de pele. Os ácaros causadores de sarna de ouvido estão mais relacionados a otites felinas. Já as bactérias e fungos, apresentam-se como os principais agentes causadores das otites caninas e também das felinas.

Sintomas e diagnóstico

Os sintomas mais comuns da otite são agitação da cabeça, coceira, esfrega das orelhas contra o chão, dor ao redor das orelhas e cabeça, mau cheiro, secreções e perda de audição, geralmente relatada pelo proprietário.

O diagnóstico dessa doença deve levar em conta vários fatores, que muitas vezes convergem para um tratamento de longa duração, e pode se dar através de exame físico, otoscopia ou exames laboratoriais (citologia, cultura e antibiograma).

Assim como acontece com os seres humanos, o uso descontrolado e indevido de antibióticos contribui para o surgimento de bactérias cada vez mais resistentes às medicações; daí a importância de se fazer um diagnóstico preciso da doença.

Se a gripe mal curada leva a complicações, a otite tratada de forma inadequada também. Otites crônicas e médias estão relacionadas a otites externas mal curadas, em que a doença reincide, o tempo de tratamento se prolonga e a necessidade de intervenção medicamentosa se torna mais frequente.

Como tratar

O tratamento das otites está associado ao uso de medicação tópica e à limpeza dos ouvidos. Em alguns casos há a necessidade de se associar à medicação tópica, antibióticos e/ou anti-inflamatórios. O remédio quem vai definir é o veterinário, por isso não medique seu cão sem orientação.

É importante lembrar que o sucesso terapêutico da medicação tópica depende do proprietário respeitar a forma de tratamento indicada, a maneira correta de executá-la, os intervalos de medicação e o tempo de duração. Muitas vezes essa parte, que deveria ser a mais simples do processo, torna-se justamente o entrave do sucesso do tratamento.

Não é possível prevenir completamente o surgimento de otites, mas a limpeza rotineira dos ouvidos pode ajudar bastante, principalmente nos casos de animais que já possuam esta predisposição.


Fonte: www.tudosobrecachorros.com.br

Medo de trovão

Fogos em dia de futebol, trovões numa tempestade… Entenda porque tantos cães tem medo de estrondos.

Não raro, cães entram em desespero ao ouvir explosões. Babam, tremem e, muitas vezes, tentam entrar em locais pequenos demais para eles ou se jogar pela janela. O estresse pode ser tanto que, no dia seguinte, ficam doentes ou se machucam seriamente. Mas, por que ficam tão apavorados?

Instinto de preservação

Barulhos altos podem significar perigo. Por isso, de maneira geral, os animais tentam fugir de tais sons. Estrondos passam a idéia de que algo grande e poderoso se aproxima, como árvores caindo, relâmpagos, etc. Os antepassados dos cães que mais fugiram desses sons foram os que mais tiveram chances de sobreviver.

Até mesmo dentro de nossas casas um barulho alto pode significar perigo. Imagine um móvel inteiro caindo perto do cão. É de se esperar que ele saia correndo para não se ferir.

Não é dor no ouvido

Muitas pessoas alegam que seus cães têm a audição muito sensível e que, por isso, sons fortes como de fogos e trovões são capazes de causar dor no sistema auditivo. Tá certo que um estampido extremamente forte, em contato direto com o ouvido do cão, possa realmente ter esse efeito, mas é raro isso acontecer.

Apesar de os cães terem ótima audição, não é por dor que ficam assustados. A verdadeira causa é a associação que fazem de perigo com determinado barulho.

Trauma

Sempre que se assusta demais, o cão pode desenvolver trauma. Se um barulho muito forte o apavorar, outros ruídos semelhantes passarão a causar medo enorme, simplesmente por estarem associados ao grande susto inicial. É o que acontece quando um cão começa a tremer e a ficar ansioso com trovões fracos, bem distantes. Há casos em que a umidade do ar, o vento e a mudança da luminosidade são associados com o perigo de barulhos altos. Ou seja, antes mesmo de a tempestade se formar, o cão já pode estar sofrendo.

Cura difícil

Infelizmente, não é fácil resolver esse problema. Mas existem várias dicas para amenizá-lo. Casos de recuperação total acontecem. Não desanime, portanto. Almeje o tratamento e evite submeter o cão a mais sofrimento que o necessário. Proceda com calma e consideração.

Local de confiança e protegido

Muitos cães normalmente escolhem um lugar para se abrigarem quando estão com medo. Se esse for o caso do seu cão, procure respeitar o local escolhido por ele – permita que fique lá. Além disso, se possível, crie um espaço com janelas e portas vedadas – quanto mais a prova de som, melhor -, e acostume o cão a freqüentá-lo.

Se você escolheu o seu quarto, ótimo! Usar um ambiente associado com a sua pessoa vai ajudar bastante a deixar o cão mais seguro. Dentro desse lugar, habitue-o a ouvir sons altos, bem altos, como de TV, rádio ou mesmo um CD de música. Desse modo, quando houver barulho de fogos ou trovões você poderá encobri-los, mesmo que parcialmente. Acostume o cão a brincar e a se divertir naquele ambiente também sem haver trovões ou rojões, para o local não ser associado a barulhos assustadores.

Acostumar aos poucos

Sempre que você e o cão ouvirem um barulho semelhante ao que causa medo nele, comemore com ele – dê petisco, jogue bola, etc. Tenha cuidado para nunca demonstrar que você se assustou com um barulho. O seu papel é ser fonte de segurança – esse exercício só funcionará se o cão se sentir relativamente seguro. Por isso, não se agache para protegê-lo quando houver um estrondo. Para ele, o ato de agachar pode ser sinal de medo.

Um modo seguro de acostumar o cão com barulhos cada vez mais altos é gravar sons de tempestade e de fogos e reproduzi-los em momentos agradáveis. Para ele não ficar assustado, respeite sempre os limites.

Evite novos traumas

Todo o treino pode ir por água abaixo se novos traumas surgirem em decorrência dos ruídos. Considere, portanto, a possibilidade de, no dia de uma grande partida de futebol, na virada de ano novo ou quando mais for necessário, lançar mão de ansiolíticos (medicação tranquilizante). Consulte seu veterinário sobre isso. Antes de usar o remédio diante de estímulos muito estressantes para o cão, teste o remédio. Há possibilidade de o cão ficar ansioso em vez de calmo. Procure também observar se a dose está adequada. Em excesso, o remédio pode deixar o cão desequilibrado ou sonolento demais. Nesse último caso, ele deverá ficar confinado num espaço seguro e protegido de qualquer perigo, já que perambular pela casa causaria risco de bater em algo ou cair da varanda, por exemplo



Fonte: www.tudosobrecachorros.com.br

quarta-feira, 10 de outubro de 2012

Alimentação das cadelas durante a gestação


Quando se pensa em acasalar uma cadela, um fator muito importante deve ser levado em consideração: a alimentação, já que das boas condições físicas da mãe dependerá o nascimento de uma ninhada forte e saudável. Os cuidados alimentares devem ter início antes mesmo do acasalamento e prosseguirem, pelo menos, até o desmame dos filhotes, pois a cadela precisará de muita energia durante a amamentação.

A fêmea não deve estar gorda quando cruzar e não pode receber gorduras na alimentação. A obesidade em uma cadela grávida pode ter conseqüências sérias. Por exemplo, no caso de haver necessidade de um parto por cesariana, a gordura atrapalha muito.

A cadela em gestação tem necessidade de muitas proteínas e uma complementação alimentar de cálcio e sais minerais. As proteínas podem ser encontradas nos próprios alimentos como a carne, o leite, verduras ou ração. No entanto, o cálcio e os sais minerais como ferro, cobre, flúor, manganês e outros, só devem ser ministrados com orientação do veterinário. O proprietário deve estar sempre atento para que a cadela tenha água limpa e fresca à vontade.

Com o passar do tempo, os filhotes começam a crescer no útero da mãe. Este se distende e passa a ocupar um espaço maior. Isso faz com que o útero acabe por deslocar outros órgãos como a bexiga, o intestino e o estômago, provocando uma diminuição do movimento intestinal. Nesse período da gestação é importante evitar que a cadela receba alimentos que possam aumentar a fermentação em seu organismo. Assim, os farináceos devem ser totalmente evitados, pois propiciam a formação de gases e, como conseqüência, aparecem as cólicas intestinais.

Um cuidado para evitar problemas digestivos é oferecer à cadela um maior número de refeições por dia, com quantidades menores de alimento de cada vez. Exercícios moderados até a época do parto também ajudam a manter a forma e a disposição da futura mamãe.

A alimentação indicada, rica em proteínas, deve inclusive ser mantida depois do nascimento dos filhotes já que, durante a amamentação, as exigências alimentares da cadela continuarão.

Se dermos condições ideais de alimentação à cadela, desde o cruzamento até o desmame, teremos filhotes bem formados, fortes e saudáveis e, principalmente, uma mãe sem deficiências, que não terá corrido riscos desnecessários e trará, ainda, muitas alegrias a seus donos.




Fonte: www.saudeanimal.com.br

Melhore o Comportamento do seu Cão


Mostre a seu cão que ele só terá recompensas (biscoitos caninos, por exemplo) se tiver um bom comportamento.

Os cães costumam fazer suas necessidades após as refeições, portanto leve-os para passear ou prenda-os no local adequado para que eles se acostumem.

Para evitar que seu cãozinho mastigue as plantas, borrife água com cravo e canela.

Coloque um peso sobre a tampa do lixeiro, evitando que seu animal o derrube.

Em caso de desobediência, fale num tom grave.

Um jeito eficaz de fazê-lo obedecer é ter a mão um borrifador de água ou um recipiente com moedas: quando ele se comportar mal, borrife água a distancia ou faça barulho com as moedas.

Quando ele fizer algo certo dê um biscoito ou escove seus pêlos



Fonte: www.blogers.com.br.

terça-feira, 11 de setembro de 2012

BullMastiff






Nome: BullMastiff
Grupo: 2 - Pinscher, Schnauzer, Molossos e Boiadeiros Suíços;Seção 2.1 - Tipo Dogue/Mastife;
Nome de Origem: BullMastiff
País de origem: Grã-Bretanha
Registro FCI: 157
Grau de Atividade: Moderado a alto
Funções: Companhia e guarda


CARACTERÍSTICAS DA RAÇA

Altura: De 61 a 69 cm.
Peso: De 45 a 59 kg.
Pêlo: Curto e duro, resistente a intempéries, bem assentado em todo o corpo.
Cores: Ruivo, fulvo e tigrado.


Essa raça foi desenvolvida na Inglaterra, a partir da segunda metade do século XIX por fazendeiros e moradores das áreas rurais com intuito de conter as investidas dos caçadores e ladrões que ameaçavam suas propriedades. Os cães antes existentes eram considerados ineficientes para este tipo de tarefa, iniciaram-se então deste modo, diversos testes para tentar desenvolver uma raça de cães que fosse ao mesmo tempo valente e silenciosa, forte e resistente. Porém, apenas os filhotes nascidos dos acasalamentos entre o Mastiff Inglês e o antigo Bulldogue tinham as qualidades que se esperava. A combinação entre as raças gerou um cão forte e bastante destemido, menor do que o Mastiff Inglês, mas igualmente robusto, e graças ao sangue do Bulldogue, mais ágil do que o Mastiff.

Sua principal característica se dá por seu temperamento equilibrado e dócil. Apesar de ser um animal de grande porte, não necessita estar em atividades constantes. Porém, se recomenda passeios freqüentes, para que ele se mantenha em forma. Para manter seu temperamento equilibrado, o Bullmastiff requer a companhia dos membros da família e não costuma suportar bem longos períodos de solidão.

São excelentes companhias para crianças, uma vez que são muito resistentes calmos e tolerantes as brincadeiras mais abrutalhadas das crianças. Porém, como são cães pesados, pode machucá-las sem querer durante uma brincadeira mais forte. Por ser um cão de território, não costuma conviver bem com outros animais, necessitando ser acostumado desde filhote.

Os cuidados que se deve ter com o pelo são poucos, necessitando apenas de escovação freqüente para a retirada de pelos mortos. No entanto é necessário que se atente para a alimentação deste cão, uma vez que possui séria tendência a obesidade, necessitando de exercício físico e dieta regular.

Essa raça está sujeita algumas doenças genéticas como: torção gástrica, displasia coxofemoral, Entrópio, problemas que podem ser evitados com a escolha consciente do filhote e dos pais da ninhada.

Fonte:amomeucao.blogspot.com.br

quinta-feira, 6 de setembro de 2012

Como tratar um cão que levou um choque elétrico.



Cães adultos raramente são vítimas de choques elétricos. No entanto, filhotes são naturalmente curiosos e roem praticamente tudo, inclusive fios elétricos. Se o isolamento estiver perfurado e a boca entrar em contato com os dois fios de arame, o cachorro vai levar um choque e pode não conseguir soltar o fio.

A eletrocução pode causar lesões cardíacas graves e acúmulo de líquido nos pulmões. Choques muito fortes podem parar o coração e a ressuscitação cardiopulmonar deverá ser feita imediatamente para fazer o coração voltar a bater. Além disso, a boca do cachorro provavelmente vai estar queimada por causa do contato com os fios desencapados. Verifique sinais de choque, que incluem gengivas pálidas ou brancas, batimento cardíaco acelerado e respiração rápida.

Para cuidar adequadamente de um cachorro que levou um choque elétrico, use as seguintes dicas.

  • Se o cachorro ainda está com o fio elétrico na boca NÃO o toque. Antes retire o plugue da tomada.
  • Se o cão estiver inconsciente, verifique a respiração. Se o cão não estiver respirando, sinta seu batimento cardíaco colocando seus dedos 5 cm atrás do cotovelo no meio do peito.
  • Se o coração estiver batendo, respiração artificial.
  • Deite o cachorro de lado e estique sua cabeça e pescoço.
  • Mantenha a boca e lábios fechados e assopre com força pelas narinas. Faça uma respiração a cada 3 a 5 s. Respire fundo e repita até sentir resistência ou ver o peito subir.
  • Após 10 s pare. Observe o peito para ver se está se movendo, o que indica que o cachorro está respirando sozinho.
  • Se o cachorro não estiver respirando, continue a respiração artificial.
  • Se o coração não estiver batendo faça uma ressuscitação cardiopulmonar.

Ressuscitação cardiopulmonar para cães com até 20 kg

  • Deite o cachorro de costas.
  • Ajoelhe-se perto da cabeça do cão.
  • Feche suas mãos sobre o peito do cachorro com as palmas sobre cada lado do peito.
  • Comprima as palmas sobre o peito com firmeza contando até dois e solte contando um. Pressione moderadamente. Repita aproximadamente 60 a 90/min.

  • Alternativamente (após 30 s), segure a boca e lábios do cachorro e assopre com força nas narinas. Assopre por 3 s, respire fundo e repita, até sentir resistência ou ver o peito do cachorro subir. Tente repetir 10 a 20/min. Como regra geral, faça cinco compressões cardíacas entre cada respiração.
  • Pare após um minuto. Observe se há movimento do peito e sinta o batimento cardíaco colocando os dedos a 5 cm do cotovelo no meio do peito.
  • Se o coração não estiver batendo continue a ressuscitação cardiopulmonar.

Ressuscitação cardiopulmonar para cães com mais de 20 kg

  • Deite o cachorro de lado.
  • Coloque a palma da sua mão no meio do peito do cachorro.
  • Comprima contando até dois e solte contando um. É preciso pressionar com firmeza. Repita aproximadamente 60 a 90/min.
  • Alternativamente (após 30 s), segure a boca e lábios do cachorro e assopre com força nas narinas. Assopre por 3 s, respire fundo e repita, até sentir resistência ou ver o peito do cachorro subir. Tente repetir 10 a 20/min.
  • Pare após um minuto. Observe o peito para ver se o cachorro está respirando e sinta o batimento cardíaco colocando os dedos 5 cm atrás do cotovelo, no meio do peito.
  • Se o coração não estiver batendo, continue a ressuscitação cardiopulmonar.
  • Leve o cachorro imediatamente ao veterinário. A ressuscitação e a respiração devem continuar no caminho ou até o cachorro começar a respirar e o coração começar a bater sem assistência.
  • Se a boca ou lábios do cão estiverem queimados (vermelho vivo), passe suavemente água oxigenada 3%.
  • Para manter a temperatura corporal, enrole o cão em um cobertor ou casaco.

Fonte: amomeucao.blogspot.com.br

Como dar remédios via oral para um cão





Você pode precisar dar remédio para dor após um acidente grave ou um vermífugo mensal, aprender a dar medicação via oral para o seu cachorro é um truque útil. Use as dicas a seguir para dar tanto remédios líquidos como comprimidos para o seu cachorro.


Líquidos

  • Segure o cachorro. Se ele for difícil de lidar você pode precisar de ajuda para contê-lo. Diminua a apreensão do cachorro conversando com ele com calma e segurança. Passe o braço delicadamente sob o pescoço do cachorro, segurando a garganta na dobra do seu braço. Veja se ele pode respirar sem problemas. Passe o outro braço por cima ou por baixo do meio do cachorro, pressionando com cuidado para segurar o corpo do cachorro contra o seu.




  • Se necessário, faça uma focinheira frouxa de maneira que a boca abra apenas um pouco.
  • Incline a cabeça do cachorro para trás, com cuidado.
  • Puxe o lábio inferior do cachorro para fazer uma bolsa.
  • Usando um conta-gotas ou uma seringa plástica, coloque o líquido aos poucos nessa bolsa, esperando que cada porção seja engolida antes de dar mais um pouco.
  • Massageie a garganta do cachorro para estimular o reflexo de engolir.

Comprimidos

  • Segure o cachorro. Se ele for difícil de lidar você pode precisar de ajuda para contê-lo.
  • Diminua a apreensão do cachorro conversando com ele com calma e segurança.

  • Segure a mandíbula superior do cachorro com uma mão por cima do focinho.
  • Pressione os lábios do cão sobre os dentes superiores apertando com seu polegar em um lado e os outros dedos no outro, de maneira que os lábios do cachorro fiquem entre os dentes e seus dedos. Aperte com firmeza para forçar a boca a ficar aberta.
  • Segure o remédio entre o polegar e o dedo médio da outra mão e coloque dentro da boca o mais fundo possível.
  • Massageie a garganta do cachorro para estimular o reflexo de engolir.

  • Um método alternativo é esconder o comprimido em um pedaço de salsicha, presunto ou outro petisco que o cachorro goste.
Sangue em um cachorro pode significar um problema grave ou um pequeno corte na pata. Na próxima seção vamos discutir como reconhecer os vários sinais e o que fazer para ajudar um cachorro que está sangrando.

Fonte: amomeucao.blogspot.com.br

quarta-feira, 5 de setembro de 2012

Como lidar com cães agressivos





A agressividade é provavelmente a razão mais comum pela qual um cão saudável é sacrificado. Às vezes, nos esquecemos de que os cães são predadores e podem causar ferimentos sérios e até mesmo fatais. Um cachorro agressivo é assustador.

Você precisa entender se o seu cão está realmente mostrando agressividade. A palavra agressão tem um significado específico no campo do comportamento animal. Tudo é muito relativo: o que é agressivo para nós pode ser perfeitamente normal para um cachorro. Um bom exemplo é a brincadeira. Uma criança que corre atrás de outra em um campo para morder as suas costas e derrubá-la no chão em uma luta intensa seria extremamente agressiva. Entretanto, para uma dupla de cães, essa seria a descrição perfeita de diversão. A brincadeira é vista como uma prática das habilidades do dia a dia. Por isso, é muito comum ver um cão absolutamente normal brincando de espreitar, seguir, caçar e até matar.

Então, como podemos saber? Normalmente pela aparência e pelo som. O cachorro está com cara de brincadeira, olhos abertos e boca aberta de maneira relaxada, como em um grande sorriso? O comportamento é acompanhado de rosnados furiosos e latidos? Ou os rosnados e latidos parecem uma brincadeira? Um sinal infalível é a troca de papéis: se um cachorro está perseguindo o outro, de repente muda de direção e o perseguidor começa a ser perseguido, pode apostar que é brincadeira.
Há várias razões pelas quais seu cachorro pode mostrar um comportamento agressivo. Aqui estão alguns tipos de agressão.

Defensiva. Aqui está um cenário típico de agressão defensiva. O cachorro faz alguma coisa errada. O dono o encontra e dá uma bronca, fazendo o cachorro se esconder embaixo da cama. O dono, então, entra embaixo da cama para puxá-lo e leva uma mordida.
Qualquer cachorro morde ao se sentir ameaçado. Neste caso, o cão recuou e se fez de "invisível", o que numa sociedade canina significa submissão. A única razão que o cachorro pode pensar para explicar que o dono ainda queira persegui-lo após ele ter se mostrado submisso e aceitado sua dominância é que quer feri-lo. O cachorro só está tentando se proteger. A melhor coisa a fazer quando seu cachorro se esconde após uma bronca é deixá-lo sozinho.

Territorial. A agressão territorial é uma das razões pelas quais gostamos de viver com cachorros. Eles defendem seu território, o que pode incluir a sua casa, pertences, comida e os donos. Fazem isso contra qualquer invasor. Sem a agressão territorial, não haveria cães de guarda.
No entanto, a agressão territorial pode perder o controle. Ela pode aparecer em coisas pequenas como pular, em coisas frustrantes como marcar território ou em coisas graves como morder. Mais uma vez uma boa relação de dominância com seu cão é essencial. Se você fizer o papel de cão dominante, ele vai se sentir seguro quando você estiver seguro. Assim, não vai defender o território contra as visitas, leitores de luz e carteiros. Ele só defenderá sua casa quando surgir a necessidade.

Agonístico (relacionado a dor). Um cão doente ou ferido sabe que é vulnerável. O mesmo é verdadeiro para um cão idoso, com os sentidos mais fracos, reações mais lentas e mobilidade prejudicada. Até mesmo situações extraordinárias podem fazer um animal vulnerável sentir que deve atacar e fazer sua própria defesa.
Algumas vezes a dor é visível e você pode esperar pela possível agressão. Em outras, entretanto, não é tão fácil notar antes que seja tarde demais. Se você está agradando ou brincando com seu cachorro como sempre faz, por exemplo, e ele rosna e tenta morder você de repente, suspeite de alguma dor e chame o veterinário imediatamente. A artrite é uma causa comum para este tipo de comportamento.

Reprodutivo. Este tipo de agressividade provavelmente não precisa de explicação. Se houver uma cadela no cio em qualquer lugar do universo, os cachorros não castrados saberão onde e tentarão chegar até ela de qualquer maneira, inclusive brigando uns com os outros. O instinto de reprodução pode ser o estopim de brigas entre cães e até mesmo de ataques fora do normal aos membros da família.
A solução infalível para este tipo de problema é óbvio e muito importante: você precisa castrar seu macho ou fêmea, de preferência antes dos seis meses de idade.

Quando chamar o veterinário?


Um comportamento agressivo não é uma coisa que possa ser ignorada ou desprezada.
A vida do seu cachorro depende disso. Se seu cão tem feito ataques sérios, especialmente de repente e sem ter sido provocado, faça uma exame geral com seu veterinário o mais rápido possível. Ele pode ajudar a determinar o tipo de tratamento ou indicar um especialista em comportamento de confiança. Apesar da agressão ser muitas vezes relacionada a um problema físico, como um tumor no cérebro, encefalite (infecção do cérebro), intoxicação por chumbo, hipoglicemia ou outros problemas no fígado, normalmente a causa é comportamental. Se seu cachorro mostrar qualquer forma de comportamento agressivo, chame seu veterinário ou um especialista em comportamento animal imediatamente.



Fonte:amomeucao.blogspot.com.br

Buldogue Inglês




INFORMAÇÕES DA RAÇA

Nome: Buldogue Inglês
Grupo: 2 Seção: 2 Molossóides tipo dogue
Nome de Origem: English Bulldog
País de origem: Inglaterra
Registro FCI: 149
Grau de Atividade: Moderada a Baixa
Funções: Companhia


CARACTERÍSTICAS DA RAÇA

Altura: 30 a 35 cm.
Peso: De 22 Kg a 25 Kg.
Pêlo: Fino, curto, compacto e brando.
Cores: As cores são uniformes (puras e brilhantes): vermelho - nas tonalidades fulvas, fulvo claro, rajado, com ou sem branco, ou branco puro. (A máscara negra sobre o focinho e ao redor dos olhos é extremamente desejável entre os admiradores da raça).


Os criadores no passado fizeram do buldogue um animal cruel e sem piedade, pronto para cravar os dentes em qualquer coisa que se movesse ante aos seus olhos. Porém, no curso de algumas décadas os criadores os converteu num cão como todos os demais, inclusive Atualmente é uma das raças mais doces e equilibradas que a maior parte dos exemplares de guarda e de defesa. É um cão fiel, calmo, gosta de brincar com crianças e é dotado de um enorme auto controle, demonstrando a todos os seres humanos um afeto profundo e uma grande indulgência. Isto é o que asseguram os cinófilos que tem estudado a raça.

O Buldogue Possui aparência carrancuda, um aspecto intimidador, porém quando o conhecemos mais profundamente verificamos que por trás aquela massa de músculos existe um animal muito carinhoso. É um cão que desenvolve hábitos de higiene, preferindo colocar os seus dejetos sempre no mesmo local, o que os torna muito próprios para apartamentos. O Bulldog detém um excelente apetite e aprecia o ócio, caracterizando-se por ser muito tranqüilo, preguiçoso e pelo seu desmedido amor por crianças.

Essa raça é fruto de uma cuidadosa seleção que a torna possuidora de anomalias permanentes. Por ser um cão extremamente compacto, exercícios como: corrida se torna proibitivos para este cão que não se enquadra num perfil de raça para esportista. No entanto, é uma raça que tem uma incrível força de arrasto e, para que não haja problemas com esta força, o melhor é acostumá-lo desde cedo a caminhar com a guia; do contrário, durante os passeios arrastará seu dono como se fosse um estandarte, totalmente surdo para as reclamações mais desesperadas.

O Buldogue poderá apresentar uma predisposição para cardiopatia congênita consistente na estones da válvula pulmonar. Esta má formação que afeta a parte direita do coração. Pode ser a causa de um crescimento defeituoso do cão com pouca resistência e com possibilidade de complicações graves, até a morte, num animal adulto, apresenta também uma incompatibilidade com temperaturas elevadas, acima de 37 graus, e devendo ter condições de acesso e repouso aos locais frescos e ventilados nos dias quentes do ano. Ele compensa a temperatura corporal refrescando a si próprio na tigela de água e colocando toda a superfície do abdômen em contato com superfícies frias como os pisos vitrificados, por exemplo. A descompensação térmica do Bulldog pode levá-lo à morte caso seja acometido pelo mal estar conhecido como: HEAT-STROKE (GOLPE DE CALOR) que ocorre quando é deixado em carros com os vidros fechados, sem ventilação e estacionados ao sol; Ou quando é exercitado ou levado para caminhar nas horas mais quentes do dia. O ideal é levá-lo para o passeio nas primeiras horas da manhã ou à noite.

O Buldogue é um cão de rotina, por isso quanto menos transformações possíveis de seu ambiente melhor, pois mudanças o confundem facilmente, desestabilizando o emocional do cão, podendo acarretar num possível stress.

Quanto a sua alimentação é recomendável que alem da ração seca se introduza periodicamente na dieta do cão, vísceras bovinas frescas cozidas com legumes e arroz proporcionando uma variação no cardápio que impedirá o surgimento de infecções de origem nutricional do tipo do tipo "BLACK TONGUE".

No que se refere aos cuidados, os Buldogues necessitam, os olhos e a boca devem ser alvo de atenção. Os olhos devem ser revisados com atenção para evitar infecções. A pele ficará protegida quando for integrado na dieta complemento das vitaminas A e H.

As dobras faciais, a pele entre os dedos, e as áreas que possam ficar expostas a uma fricção prolongada requer uma terapia baseada na limpeza cuidadosa dessas zonas e posteriormente, se necessário, uma medicação a base de pomadas com cortisonas e antibióticos. Após o banho é fundamental que o cão, após a secagem com uma toalha, seja completamente seco com um secador, os sulcos das dobras (rugas) da cara devem ser secas sem atritar a pele e o pelo pressionando levemente a toalha, com cuidado e atenção. Deve ser escovado pelo menos duas vezes por semana.

Fonte:amomeucao.blogspot.com.br

fONTE: 

sexta-feira, 31 de agosto de 2012

Como fazer um cachorro parar de marcar território.






Não podemos nem imaginar como o mundo cheira para um cachorro. O faro dele é um instrumento fino e delicado, se comparado ao seu nariz. Então, faz sentido que façam a marcação territorial urinando nos lugares e objetos para mostrar quem manda. Essa é uma parte importante da comunicação canina. As mensagens químicas na urina do cachorro dizem aos outros cachorros quase tudo que precisam saber: onde o cachorro que marcou vive, quanto tempo faz que passou por ali e, no caso das fêmeas, se estão receptivas sexualmente. Um cão que fica nervoso quando está sozinho em casa pode marcar os móveis e paredes para reassegurar a si mesmo que está tudo bem. A marcação territorial também pode ser uma maneira de afirmar dominância: esse é o motivo pelo qual alguns cães erguem a perna em outros cachorros ou nas pessoas.

A marcação territorial é um comportamento normal, natural e instintivo nos cães. A idéia é fazer com que seu cão saiba que a marcação só pode ser feita em locais e horários específicos, nunca no seu tapete, no box do banheiro ou na sua colcha. Mais uma vez, a relação de dominância com o cão faz toda a diferença. Pratique o adestramento de obediência de maneira humana e positiva e sempre repasse os comandos. Isso não só clarifica a sua dominância como distrai um cão que fica entediado, sozinho e ansioso durante o dia. Faça-o trabalhar pela comida, pelos brinquedos, pelas brincadeiras e pelo carinho. Se quer alguma coisa, faça-o responder a um ou dois comandos antes e, só então, ganhar o que quer.

Sempre passe pelas portas antes dele e não o deixe pular em você ou subir nos móveis, especialmente na sua cama. Na sociedade canina, você só pula ou deita perto de animais de nível hierárquico igual ou subordinado. A castração, especialmente antes de um ano de idade, é outro bom preventivo. O cachorro continua protegendo a família e a casa, mas sem aquele desejo de reforçar seu território reprodutivo, ditado pelos hormônios.

A marcação por ansiedade de separação é outro problema. A melhor coisa a fazer aqui é acostumar seu cachorro gradativamente a ficar sozinho em casa. Comece com algo simples, como deixá-lo sozinho em um quarto por um ou dois minutos e depois retornar. Então, saia de casa, voltando após alguns minutos. Cada vez que praticar fique longe por um tempo um pouco maior. Quando o cachorro aprender que você vai voltar, vai se sentir mais confortável sozinho. Prendê-lo em uma caixa de transporte também pode dar uma sensação maior de segurança.

Para evitar que ele urine nos móveis, prenda um pedaço de papel alumínio na área onde ele gosta de urinar. Na próxima vez que ele tentar, o papel alumínio vai fazer um barulho e a urina pode espirrar nele de volta.

E por último, não confunda marcação territorial com um problema de falta de adestramento. Uma poça enorme de urina no meio da sala ou perto da porta não é uma forma de dominância, mas sim um sinal de que seu cachorro precisa sair quando você está fora de casa!

Quando chamar o veterinário

Como em qualquer problema de comportamento, leve seu cão para fazer uma consulta antes de qualquer correção. Se houver uma causa física para o problema, nenhum treinamento ou correção vai surtir efeito.

Fonte: amomeucao.blogspot.com.br

Buldogue Francês


INFORMAÇÕES DA RAÇA

Nome: Buldogue Francês
Grupo: 9 - Cães de Companhia, Seção 11 - Molossos de Pequeno Porte
Nome de Origem: Bouledogue Français
País de origem: França
Registro FCI: 101
Grau de Atividade: Moderada
Funções: Companhia





CARACTERÍSTICAS DA RAÇA

Altura: Proporcional , cerca de 30cm.
Peso: De 8kg a 14kg.
Pêlo: Pêlo raso, cerrado, brilhante e macio.
Cores: Uniformemente colorido fulvo,branco, tigrado ou não, ou com nuanças limitadas (malhado).


O Buldogue Francês tem possui origens cercadas de controvérsia. Uma corrente afirma que, esta raça seria uma raça tipicamente francesa, obtida através de sucessivos cruzamentos entre variedades pouco conhecidas, mas comuns em diversos subúrbios de Paris, e reprodutores importados da Bélgica, através de cuidadosas seleções, conseguiu-se, então um tipo de cão que acabou fixando a raça. Outra corrente atribui a ascendência desta raça ao Bulldog Inglês, que em ninhadas, originou cães menores, chamados "miniaturas". Por não ser de agrado dos ingleses, esta variedade teria sido enviada a França, no século XVIII, onde foi criada com terriers locais. A criação da raça alcançou o auge a partir de 1.850, Quando o Rei da Inglaterra, Eduardo Vil, comprou um filhote, influenciando desta forma na burguesia européia a adotar a raça definitivamente. Nessa época, era extremamente elegante possuir um exemplar e desfilar com ele pelas ruas de Paris em lindas coleiras de pele de vison. O Buldogue francês, embora já fosse apreciado por todas as camadas sociais, era um companheiro constante dos cocheiros franceses, que os levavam em suas viagens. Não foram grandes as transformações físicas resultantes das tentativas de aprimoramento, através de sucessivos acasalamentos.

O Buldogue Francês é um cão muito amável, paciente, fiel ao dono, dócil, corajoso, e muito afetuoso. É uma excelente companhia para todas as idades e é recomendável especialmente para donos atenciosos que gostam de estar sempre perto de seu animal. É um animal intransigente com estranhos de aparência suspeita sendo, portanto, um bom cão de alarme.

Adaptam-se muito bem a ambientes com pouco espaço, como apartamentos, para estes animais o requisito principal para estarem felizes é a companhia de seus donos.
No que diz respeito a sua educação, é importante demonstrar desde o início que ele divide sua vida, mas que nem por isso é seu dono. São animais muito sensíveis, mas nem por isso o dono deve ceder a todos os seus caprichos. Para que ele lhe obedeça é necessário apenas ser firme, porém respeitando sua sensibilidade.

Em geral é uma raça saudável, no entanto, podem apresentar problemas respiratórios durante o verão. Para precavê-los não o deixe só dentro de um carro, mesmo na sombra. Viaje com ele durante a noite, se seu carro não tiver ar condicionado. E para finalizar, não o deixe correr e brincar nas horas mais quentes do dia. Convivem bem outros animais se forem acostumado desde filhote. Pois possui um comportamento dominante e ciumento.

Sua pelagem necessita de escovações semanais para a eliminação de pêlos mortos.

Fonte: amomeucao.blogspot.com.br

Border Collie




INFORMAÇÕES DA RAÇA

Nome: Border Collie
Grupo: 1 - cães pastores
Nome de Origem: Border Collie
País de origem: Grã-Bretanha
Registro FCI: 297
Grau de Atividade: Alto
Funções: Companhia e pastor





CARACTERÍSTICAS DA RAÇA

Altura: Macho: de 50cm a 55cm
Fêmea: de 47cm a 52cm.
Peso: De 15kg a 20kg.
Pêlo: Pêlo Semilongo: Semilongo denso e de textura média, com subpêlo macio. Juba, culotes e cauda em pincel. Pêlo curto: Curto denso e de textura média, com subpêlo macio.
Cores: Marcas brancas no ventre, colar, patas, ponta da cauda e focinho. A cor mais comum é o preto, mas também apresentar outras cores.


Esta raça é relativamente jovem, foi desenvolvida durante o século XIX. Este “collie da fronteira” se desenvolveu na região de fronteira entre a Inglaterra e a Escócia, no norte da Grã-Bretanha. Embora a criação da raça date do século XIX, seus ancestrais já estavam presentes na região desde a Idade Média, onde trabalhavam junto com os criadores de ovelhas demonstrando incrível capacidade no trabalho. A capacidade de trabalho dos border collies sempre foi tão importante em sua terra natal que os criadores selecionavam os reprodutores por seu desempenho no pastoreio e não por sua aparência, até hoje, clubes especializados e admiradores da raça se esforçam para preservar as habilidades de pastor do border collie.

O border collie é um pastor nato, caso não tenha ovelhas nem gado para pastorear irá direcionar seus instintos de pastor para outros animais e até para as crianças da casa. Quando trabalha com o rebanho o border collie possui um método único de lidar com os animais, ele fixa o olhar no rebanho e se aproxima agachado, como um lobo ou cão de caça, sem nunca desviar o olhar do animal que parece “hipnotizado” pelo cão, os criadores chamam esta característica do border collie de “power eye” que significa “olhos poderosos”.

Estes animais são cães ativos e dinâmicos, muito trabalhadores e donos de uma grande inteligência e capacidade de aprendizado são o 1ª na colocação no ranking de inteligência canina de Stanley Coren. São afetuosos com seus donos e reservados com estranhos. Além disto, possuem um excelente olfato e agilidade, sendo uma das melhores raças de cães pastores para lidar com ovelhas do mundo. Por seu temperamento carinhoso e brincalhão o border collie foi classificado como uma das melhores raças para famílias.

Este cão necessita de exercícios freqüentes, pois, caso não possa gastar sua grande energia se tornará um cão problemático, o mesmo ocorre com sua grande inteligência, que se não for estimulado pode ficar entediado e desenvolver problemas de comportamento. É um bom cão de companhia para os donos que saibam como criá-lo. A raça apresenta duas variedades uma de pêlo semilongo, outra de pêlo curto, sendo que a de pêlo semilongo é a mais conhecida devido à participação em filmes como “Babe o porquinho” e campanhas publicitárias como a do “Unibanco”, em ambas as variedades o pêlo deve ser escovado regularmente. A raça é considerada saudável e resistente, porém pode estar sujeita a alguns problemas genéticos como a atrofia progressiva da retina e a “CEA” ou Collie Eye Anomalie (Anomalia do olho do collie) que pode atingir cães das raças do tipo collie e causar cegueira, contudo estes problemas podem ser evitados com a escolha consciente do filhote e dos pais da ninhada.

sábado, 11 de agosto de 2012

Cuidados com os Olhos

Verifique os olhos de seu cão diariamente e limpe qualquer substância seca dos cantos usando uma bola de algodão umedecida. Veja se os olhos estão vermelhos, lacrimejantes ou com secreção. Os problemas dos olhos que não desaparecem em 24 h devem ser tratados por um veterinário. Os problemas de olhos que afetam os cães são lacrimejamento excessivo, geralmente causado por alergias, infecções, machucados ou irritação; conjuntivite, inflamação da conjuntiva, membrana que contorna a pálpebra, e objetos estranhos.

O lacrimejamento é comum em raças pequenas, como os poodles. Se os olhos de seu cão parecem lacrimejar excessivamente, deixe que seu veterinário dê uma olhada, para determinar qual é o problema e como tratá-lo. Entretanto, em alguns cães as lágrimas não parecem ter causa aparente.

Mesmo o lacrimejamento normal pode causar manchas escuras embaixo dos olhos, especialmente em cães com pelagem branca ou clara. Para manter essas manchas sob controle, lave a área embaixo dos olhos freqüentemente, usando água morna e algodão. Certifique-se de ter aparado cuidadosamente os pêlos manchados. Não use sabão perto dos olhos, pois pode causar uma úlcera na córnea.

Uma quantidade anormal de secreção no canto dos olhos ou uma aparência avermelhada na conjuntiva são sinais de conjuntivite. Essa doença é comum em cães que colocam a cabeça para fora da janela do carro ou passam grande tempo do lado de fora, quando o tempo está ventando ou com muita oeira. Em casos mais brandos, cura-se sozinho. Se o problema persistir, leve seu cão ao veterinário para se tratar.

Os cães passam a pata nos olhos para limpá-los, embora a maioria dele não seja tão meticulosa quanto os gatos. No entanto, se o cão estiver passando a pata continuamente nos olhos ou entortando-os, ele pode estar com um corpo estanho. Examine-os em um cômodo bem iluminado, para que você não deixe passar. Para ter uma visão melhor, puxe para baixo a pálpebra inferior e para cima a superior. Se apenas um olho parece ter sido afetado, compare-o ao outro para ver como diferem. Se você não conseguir achar nada ou não conseguir remover o objeto, leve o cão para tratamento no veterinário.



Cuidados com os Ouvidos

Os ouvidos de seu cão são delicados e sensíveis, instrumentos bem afinados que o permitem captar sons bem longe da freqüência auditiva humana. Considerando o quanto as pessoas são exigentes em relação a seus equipamentos de som, você pensa que todos entenderiam como é importante cuidar do "sistema de som" de alta qualidade de um cão. As infecções causadas por corpos estranhos podem danificar seriamente essas criações maravilhosas. Entretanto, apenas alguns minutos por semana para examinar e limpar os ouvidos de seu animal vai ajudá-los a ficar sãos e salvos.

O ouvido externo, também chamado de pavilhão auditivo, é o mais vulnerável a ferimentos e infecções, uma vez que está exposto a objetos estranhos e sujeira. Manter o ouvido externo limpo é a primeira providência de defesa contra problemas. Comece examinando as orelhas diariamente. As saudáveis são rosadas na parte de dentro, sem cheiro ruim ou secreções aparentes. Depois, procure por objetos estranhos. Se seu cão passa muito tempo do lado de fora, especialmente em mato alto ou áreas com madeira, ele pode pegar rabos-de-raposa ou carrapatos em suas orelhas. Remova os corpos estranhos com seus dedos e então limpe as orelhas do cão com óleo mineral. Nunca use sabão e água, pois a água ensaboada pode causar uma infecção auditiva. Se um corpo estranho estiver incrustado na orelha ou se você não está seguro de retirá-lo, deixe que o veterinário faça isso. O melhor meio de remover é agarrá-lo firmemente no nível da pele com uma pinça e puxá-lo de uma só vez com uma pressão suave e forte.

Dê para as orelhas de seu cão uma limpeza completa mensalmente, conforme necessário. As orelhas pendentes geralmente precisam de mais atenção do que as em pé. Umedeça uma bola de algodão ou de roupa com óleo mineral, azeite ou hamamélis e limpe com cuidado o interior das orelhas. Não use cotonete, pois é fácil danificar acidentalmente os delicados mecanismos da orelha interna. Algumas raças, como os terriers e poodles, têm pêlos que crescem dentro da orelha. Eles precisam ser puxados para prevenir o acúmulo de cera e sujeira. Peça a um arrumador ou a um criador para lhe mostrar como puxar os pêlos.

Fique sempre atento aos primeiros sinais de alerta de uma infecção de ouvido, que não é um problema tão incomum nos cães. Se o seu agita a cabeça constantemente, tem orelhas doloridas ou vermelhas ou se elas estão com mau cheiro ou têm secreções, leve o cão ao veterinário. A maioria das infecções desse tipo é causada pela falta de circulação de ar e ocorrem mais comumente em raças de orelhas pendentes ou peludas. O ambiente úmido, quente e escuro é o lugar perfeito para que as bactérias e fungos cresçam. Captando os primeiros sinais, a infecção de ouvido do seu cão estará logo sob controle, prevenindo complicações mais sérias, que podem levar à perda de audição.

As orelhas dos cães são alvos perfeitos para mosquitos. As picadas recorrentes podem causar dermatite, que deixa as orelhas com crostas e propensas ao sangramento. Para manter seu cachorro livre de coceiras, aplique um repelente de insetos seguro para animais nas orelhas dele, antes de sair.

Se o seu cão agita freqüentemente a cabeça e as patas perto das orelhas, mas não há sinais de infecção, ele pode estar incomodado com ácaros da sarna de ouvido. Eles invadem o canal auditivo e alimentam-se de fragmentos de pele. Um sinal que denuncia a sarna são os fragmentos escuros, que se parecem muito com grãos de café. Os ácaros de ouvido são muito comuns em filhotes e em cães jovens. Isso porque esses ácaros se espalham facilmente e os filhotinhos gastam muito tempo um em cima do outro, enquanto brincam e dormem. Se você tem outros cães e gatos em casa e um deles começa a ter sarna de ouvido é melhor fazer o tratamento em todos eles. A maioria dos remédios seguros e eficientes está disponível somente com seu veterinário. Então, não espere para entrar em contato.

É claro que a velha e boa prevenção é a coisa mais importante que você pode fazer pela boa saúde da orelha de seu cão. Mantenha-as limpas, secas e livres de objetos e substâncias estranhas. Coloque bolas de algodão nos ouvidos do cachorro durante o banho (se ele aceitar) para manter a água fora do canal auditivo. Seque as orelhas quando o banho terminar. A maioria dos cães ama nadar, então esteja certo de que suas orelhas estão limpas e secas após um mergulho. Quando se fala em cuidados do ouvido, um pouco de prevenção vale mais a pena do que uma grande cura.


sexta-feira, 10 de agosto de 2012

Como em qualquer problema de comportamento, leve seu cão para fazer uma consulta antes de qualquer correção. Se houver uma causa física para o problem

Não podemos nem imaginar como o mundo cheira para um cachorro. O faro dele é um instrumento fino e delicado, se comparado ao seu nariz. Então, faz sentido que façam a marcação territorial urinando nos lugares e objetos para mostrar quem manda. Essa é uma parte importante da comunicação canina. As mensagens químicas na urina do cachorro dizem aos outros cachorros quase tudo que precisam saber: onde o cachorro que marcou vive, quanto tempo faz que passou por ali e, no caso das fêmeas, se estão receptivas sexualmente. Um cão que fica nervoso quando está sozinho em casa pode marcar os móveis e paredes para reassegurar a si mesmo que está tudo bem. A marcação territorial também pode ser uma maneira de afirmar dominância: esse é o motivo pelo qual alguns cães erguem a perna em outros cachorros ou nas pessoas.

A marcação territorial é um comportamento normal, natural e instintivo nos cães. A idéia é fazer com que seu cão saiba que a marcação só pode ser feita em locais e horários específicos, nunca no seu tapete, no box do banheiro ou na sua colcha. Mais uma vez, a relação de dominância com o cão faz toda a diferença. Pratique o adestramento de obediência de maneira humana e positiva e sempre repasse os comandos. Isso não só clarifica a sua dominância como distrai um cão que fica entediado, sozinho e ansioso durante o dia. Faça-o trabalhar pela comida, pelos brinquedos, pelas brincadeiras e pelo carinho. Se quer alguma coisa, faça-o responder a um ou dois comandos antes e, só então, ganhar o que quer.

Sempre passe pelas portas antes dele e não o deixe pular em você ou subir nos móveis, especialmente na sua cama. Na sociedade canina, você só pula ou deita perto de animais de nível hierárquico igual ou subordinado. A castração, especialmente antes de um ano de idade, é outro bom preventivo. O cachorro continua protegendo a família e a casa, mas sem aquele desejo de reforçar seu território reprodutivo, ditado pelos hormônios.

A marcação por ansiedade de separação é outro problema. A melhor coisa a fazer aqui é acostumar seu cachorro gradativamente a ficar sozinho em casa. Comece com algo simples, como deixá-lo sozinho em um quarto por um ou dois minutos e depois retornar. Então, saia de casa, voltando após alguns minutos. Cada vez que praticar fique longe por um tempo um pouco maior. Quando o cachorro aprender que você vai voltar, vai se sentir mais confortável sozinho. Prendê-lo em uma caixa de transporte também pode dar uma sensação maior de segurança.

Para evitar que ele urine nos móveis, prenda um pedaço de papel alumínio na área onde ele gosta de urinar. Na próxima vez que ele tentar, o papel alumínio vai fazer um barulho e a urina pode espirrar nele de volta.

E por último, não confunda marcação territorial com um problema de falta de adestramento. Uma poça enorme de urina no meio da sala ou perto da porta não é uma forma de dominância, mas sim um sinal de que seu cachorro precisa sair quando você está fora de casa!

Como em qualquer problema de comportamento, leve seu cão para fazer uma consulta antes de qualquer correção. Se houver uma causa física para o problema, nenhum treinamento ou correção vai surtir efeito.



Fonte: http://amomeucao.blogspot.com.br